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Eleições serão mais fáceis que em 2022, diz ministro Wellington Dias

Dias diz que, com palanques fortes no Nordeste, eleição deve ser mais fácil que em 2022, apesar de instrumentos desajustados na pré-campanha

Entrevista com Wellington Dias
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  • Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento Social, afirma que as eleições de 2026 podem ser mais fáceis que as de 2022, mesmo com instrumentos de comunicação “desafinados”.
  • Ele coordena a campanha no Nordeste, diz ter palanques fortes em nove estados e aposta no reconhecimento de obras realizadas pelo governo desde 2023.
  • O PT busca explorar a suposta inexperiência do senador Flávio Bolsonaro e destacar os impactos de uma possível aposta de risco no cenário atual.
  • O ministro aponta melhoria econômica, com o Brasil crescendo e mais de 30 milhões de pessoas deixando a fome em 2025, mas atribui parte do problema à elevada dívida e aos juros altos.
  • Sobre apostas online, o governo regulamentou o tema para reduzir danos, incluindo a proibição de uso do cartão do Bolsa Família para jogos; Dra que a regulação mira prevenção.

A coordenação da campanha do presidente Lula no Nordeste coloca o foco na recuperação de palanques para o PT, que mantém base histórica na região, mesmo diante de perdas recentes. Em Brasília, o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias, admitiu que a divulgação das ações do governo pode melhorar, mas segue otimista com o cenário eleitoral frente a 2022.

Dias afirmou que, apesar de instrumentos desafinados na pré-campanha, o governo tem um repertório forte e palanques relevantes em nove estados. Ele relatou avanço na articulação regional e ressaltou que a região, antes chamada de Cinturão Vermelho, continua estratégica para o desempenho do PT.

Estratégia no Nordeste e palanques

O ministro diz que, a partir das convenções, vai se dedicar exclusivamente ao acompanhamento da campanha. Ele cita palanques fortes no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e outros estados, aliados a lideranças com atuação relevante na região. A ideia é mostrar que houve obra e resultados de 2023 para cá, com crescimento de investimentos.

Dias reforçou que o cenário é visto como mais favorável do que em 2022, quando Lula venceu Jair Bolsonaro por cerca de 2 milhões de votos. Ele ressaltou que a dobradinha entre Lula e o ex-governador Geraldo Alckmin fortalece a coordenação e a experiência de gestão no apoio à candidatura.

Desafios econômicos e comunicação

O ministro citou a necessidade de maior sintonia entre apoiadores para apresentar de forma clara o que o governo fez, incluindo impactos econômicos, emprego e redução da fome. Sobre inflação e juros, ele avaliou que o governo enfrentou dificuldades com medidas fiscais e endividamento herdados, defendendo ajustes na política monetária.

Dias apontou que a comunicação não deve recair apenas sobre o governo ou uma única instituição, sendo necessária participação de vereadores, líderes sociais e pré-candidatos para ampliar o alcance das ações governamentais. Ele destacou a importância dos programas sociais para a criação de empregos.

Regulação de apostas e situação fiscal

O ministro mencionou que houve atuação para regulamentar atividades de apostas online, herdadas do governo anterior, com medidas para evitar uso de benefícios sociais nesses temas. Segundo ele, houve progresso na prevenção de dependência de jogos, incluindo campanhas de conscientização associadas a controles de acesso a benefícios como o Bolsa Família.

Sobre o endividamento, Dias afirmou que o desafio atual decorre de situações herdadas, como despesas não pagas e dívidas estaduais, somadas a juros elevados. Afirmou que a inflação está sob controle, mas que juros altos prejudicam a renda, especialmente entre os mais pobres.

Olhar para o pós-Lula e próximos passos

Questionado sobre o que vem após a campanha, o ministro disse que substituição de um líder com histórico de três mandatos é desafio complexo, mas que o foco imediato é a eleição de outubro. Ele não comentou nomes para o pós-Lula, mencionando apenas a existência de um conjunto de lideranças no campo progressista e dentro do PT.

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