Em Alta NotíciasPessoasConflitosAcontecimentos internacionaisPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Rejeição de mulheres a Lula e a Flávio Bolsonaro está no mesmo nível

Rejeição entre mulheres é similar para Lula e Flávio Bolsonaro, com indecisão feminina elevando risco à campanha do PT, segundo pesquisas de abril

Na imagem, gráficos mostram a rejeição de Lula entre as mulheres e o homens
0:00
Carregando...
0:00
  • Pesquisas de abril mostram rejeição semelhante entre mulheres a Flávio Bolsonaro (54%) e a Lula (54%), segundo a Quaest, com Datafolha e Meio/Ideia apresentando o mesmo cenário.
  • Entre os homens, o perfil é mais favorável a Flávio e mais crítico a Lula, tendência observada também em 2022.
  • As pesquisas citadas estão registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE): Datafolha, Quaest, Meio/Ideia e MDA/CNT.
  • O texto contextualiza o histórico de falas de Lula sobre mulheres, com declarações controversas entre 2024 e 2026.
  • Infográficos da matéria apresentam as rejeições de mulheres e homens aos dois candidatos.

As pesquisas realizadas em abril indicam que o eleitorado feminino rejeita de forma próxima os dois principais pré-candidatos à Presidência. Na Quaest, 54% das mulheres não votariam em Flávio Bolsonaro, assim como 54% não votariam em Lula. Dados de Datafolha e Meio/Ideia apontam o mesmo cenário.

O perfil de voto entre mulheres mostra cenário de indecisão elevada, o que aumenta a volatilidade do pleito. A rejeição quase igual para ambos sinaliza risco político para o petista, que historicamente recebeu maior apoio entre o público feminino.

Entre os eleitores masculinos, observa-se maior simpatia pelo senador de direita e maior crítica ao PT, tendência que já havia se confirmado em 2022 com Bolsonaro. Os dados destacam a importância do fator gênero no cenário eleitoral.

Os resultados mencionados estão registrados no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e aparecem nos levantamentos Datafolha (BR-03770/2026), Quaest (BR-09285/2026), Meio/Ideia (BR-00605/2026) e MDA/CNT (BR-02847/2026). Isso confere fôlego aos debates sobre o papel das mulheres no pleito.

Nos últimos anos, o presidente acumula falas controversas sobre o público feminino. Em março de 2024, citou a dependência de batom e calcinha de mulheres sem profissão. Em julho do mesmo ano, comentou violência doméstica ao discutir torcida de futebol. Em agosto de 2024, disse que mulher sem profissão corre risco de violência do marido.

Entre outubro de 2024 e abril de 2025, o conteúdo das falas voltou a ganhar notoriedade, incluindo menções sobre a geladeira e sobre Gleisi Hoffmann ser chamada de mulher bonita ao anunciar a nomeação para o ministério. Em abril de 2026, o tema voltou a ganhar relevância com alegação de que as mulheres são prejudicadas na participação política.

O conjunto de informações de abril reforça a leitura de que o eleitor feminino está menos propenso a apoiar de forma inequívoca qualquer um dos dois candidatos principais, mantendo o peso de que o voto feminino pode decidir o ritmo do pleito conforme o cenário acesso a propostas e propostas de governança.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais