- Leniel Borel critica a soltura anterior de Monique Medeiros e pede que ela permaneça presa durante o processo, afirmando que a medida é necessária para a justiça.
- Monique Medeiros se entregou à Polícia Civil do Rio de Janeiro na manhã de segunda-feira, após decisão do ministro Gilmar Mendes que determinou o retorno à prisão.
- A acusada já estava em prisão preventiva, decretada pela gravidade dos fatos e indícios de coação de testemunhas; ela esteve em liberdade provisória em março.
- Gilmar Mendes rejeitou a tese de excesso de prazo e afirmou que o adiamento do julgamento ocorreu por fatores da defesa, mantendo a prisão para garantir a ordem pública e o andamento da instrução.
- O caso envolve a morte do menino Henry Borel, de quatro anos, em 2021; Jairinho, padrasto da vítima, também é réu e permanece preso.
Leniel Borel, pai de Henry Borel, voltou a cobrar justiça após a nova prisão de Monique Medeiros. Em vídeo nas redes, ele defende a manutenção da prisão durante o processo, afirmando que Monique solta representa risco à investigação.
Ele afirmou que a soltura anterior colocava em risco as testemunhas e a verdade, chamando a decisão de afronta à Justiça. Disse ainda que o filho merece justiça e que não vai recuar.
Monique Medeiros se entregou à Polícia Civil do Rio de Janeiro nesta segunda-feira, após determinação de Gilmar Mendes, ministro do STF, para retornar à prisão. A acusada havia sido libertada recentemente.
Ela foi apresentada na 34ª Delegacia de Polícia (Bangu) para cumprir o mandado de prisão preventiva. A polícia confirmou o cumprimento da ordem.
Em 23 de março, a juíza Elizabeth Machado Louro concedeu liberdade provisória à Monique, afirmando ilegalidade no tempo de prisão. Ela já estava apreendida desde 2021 e chegou a sair em 2022.
Gilmar Mendes rejeitou o argumento de excesso de prazo, afirmando que a prisão já era necessária por gravidade dos fatos e indícios de coação de testemunhas, garantindo a ordem pública e o andamento do processo.
O caso envolve a morte do menino Henry Borel, de 4 anos, ocorrida na madrugada de 8 de março de 2021, no apartamento em que morava com Monique Medeiros e Jairinho, réu e preso pelo crime.
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