- Ex-governador Romeu Zema participou da cerimônia da Medalha da Inconfidência, em Ouro Preto, nesta terça-feira, 21 de abril.
- Em discurso, afirmou que a solenidade ganha sentido diante do contexto nacional e classificou a homenagem como manifesto de resistência democrática.
- Elogiou o atual governador de Minas, Mateus Simões, e disse que mantém seriedade e rigor técnico desde 2019.
- Citou medidas da gestão anterior, como regularização de pagamentos, repasse a prefeituras, pagamento do 13º e corte de despesas e privilégios.
- Criticou o funcionamento das instituições, a carga tributária e citou denúncias de corrupção, além de mencionar o ministro Gilmar Mendes; encerrou apontando a escolha entre os “intocáveis de Brasília” ou os “brasileiros de bem”.
Romeu Zema participou nesta terça-feira, 21 de abril, da cerimônia da Medalha da Inconfidência em Ouro Preto (MG). Durante o evento, o ex-governador criticou o cenário político nacional e disse que a solenidade ganha significado diante do momento do país.
O discurso também elogiou o atual governador de Minas, Mateus Simões, destacando a seriedade e o rigor técnico que o prefeito estadual mantém desde 2019.
Zema mencionou ações de sua gestão, como a regularização de pagamentos, o repasse a municípios e o corte de despesas. Afirmou ter colocado salários em dia, pago o 13º e reduzido privilégios considerados inúteis.
Contexto nacional e críticas ao sistema
No plano nacional, o ex-governador apontou falhas nas instituições e criticou a carga tributária. Disse que o brasileiro trabalha grande parte do ano para sustentar um sistema que não devolve retorno ao povo.
Ele citou denúncias de corrupção e irregularidades, além de questionar decisões do Judiciário, mencionando nominalmente o ministro Gilmar Mendes ao tratar da atuação do Supremo Tribunal Federal.
Zema afirmou que o país vive uma crise ética prolongada e criticou privilégios de uma chamada casta de intocáveis, enfatizando o contraste entre o luxo de elites e as dificuldades da população.
Homenageado e perspectivas
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, foi apontado como o principal homenageado da cerimônia, ao qual Zema elogiou pela gestão. Disse que é possível governar com seriedade, sem populismo.
Ao encerrar, o ex-governador associou o momento a uma escolha institucional, destacando a necessidade de definir quem terá influência no Brasil nos próximos anos. A cerimônia integra as celebrações do 21 de abril, em memória a Tiradentes.
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