- A defesa de Jair Bolsonaro pediu a Alexandre de Moraes autorização para cirurgia no ombro direito, prevista para sexta-feira (24) ou sábado (25).
- O relatório médico aponta lesão de alto grau do tendão do supraespinhal com retração, além de comprometimento do tendão do subescapular e lesões associadas, indicadas para cirurgia artroscópica.
- O pedido também solicita liberação de todos os atos médicos preparatórios, internação, realização do procedimento, pós-operatório e reabilitação vinculados ao tratamento.
- Bolsonaro teve prisão domiciliar humanitária de 90 dias, concedida por Moraes em 27 de março, para recuperação após alta do hospital.
- No último mês, o ex-presidente foi diagnosticado com broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa e ficou internado em tratamento intensivo por duas semanas.
O ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes autorização para realizar uma cirurgia no ombro direito. A solicitação foi apresentada pela defesa e prevê a realização do procedimento na próxima sexta-feira (24) ou no sábado (25).
Segundo a defesa, Bolsonaro apresenta “dor persistente e incapacidade funcional” no ombro, apesar de tratamento conservador. O relatório médico, assinado pelo Dr. Alexandre Firmino Paniago em 14/04/2026, descreve lesões graves no manguito rotador, com retração, além de subluxação da cabeça longa do bíceps e lesões associadas.
A defesa aponta que o procedimento a ser autorizado seria por via artroscópica, para fixação das lesões do manguito rotador do ombro direito, incluindo todas as fases pré, intra e pós-operatórias, bem como a reabilitação correlata.
Bolsonaro encontra-se em situação de recuperação após passar por hospitalização recente. Em 27 de março teve prisão domiciliar humanitária por 90 dias concedida por Moraes, após alta hospitalar. No mês passado, o ex-presidente foi diagnosticado com broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa e ficou em tratamento intensivo por duas semanas.
A defesa sustenta a necessidade de liberar os atos médicos ligados ao tratamento cirúrgico indicado, destacando que o objetivo é a recuperação funcional e a redução de dor no ombro afetado. A decisão final cabe a Moraes, que poderá autorizar ou não o procedimento na agenda indicada.
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