- Olly Robbins decidiu não informar Keir Starmer de que Lord Mandelson não foi aprovado na vetting de segurança, segundo Pat McFadden.
- McFadden disse que a decisão de Robbins pode ter sido de boa fé, mas acabou levando o primeiro-ministro a perder confiança nele.
- Robbins afirmou que o departamento sinalizou que não seria necessária a vetting de Mandelson, mas McFadden afirmou que não esteve envolvido nesse sinal.
- Um membro da Comissão de Assuntos Exteriores descreveu a audiência de Robbins como extraordinária e disse que Mandelson não deveria ter sido nomeado em Washington desde o início.
- O escrutínio sobre a nomeação de Mandelson como embaixador dos EUA mantém pressão sobre Keir Starmer antes do PMQs, com novas memórias e documentos esperados.
Olly Robbins afirmou ter tomado a decisão de não informar Keir Starmer sobre a não aprovação de Mandelson na checagem de segurança. O pronunciamento foi feito pelo secretário de Trabalho e Pensões à BBC, em entrevista para o Breakfast, reiterando que a avaliação ocorreu em boa fé, mas gerou desconfiança política.
Pat McFadden, ativo na gestão do Cabinet Office à época, disse que Robbins agiu com provável boa intenção, porém o episódio contribuiu para a perda de confiança no premiê. McFadden acrescentou que não participou de qualquer sinal de que Mandelson não passaria pela vetting.
Reações no comitê e novas perguntas
Um membro da Comissão de Relações Exteriores classificou a sessão de depoimento de Robbins como extraordinária, destacando ressentimento com a demissão. Ainda segundo o parlamentar, Mandelson não deveria ter sido nomeado em Washington.
Questionamentos sobre quem sabia de cada etapa da nomeação do embaixador dos EUA continuam. Os próximos meses devem trazer novos documentos sobre o caso, ampliando o escrutínio sobre a decisão de Starmer e a condução de Robbins.
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