- Em dois mil e três, o narrador diz ter sido proibido de aparecer em jornais e rádios dos Diários Associados após desentendimento com o diretor Álvaro Teixeira da Costa sobre críticas a Ricardo Noblat.
- A restrição durou anos; ele só tomou ciência formal do banimento quando jornalistas respeitados confirmaram a prática, mantendo apenas trechos de suas falas com chamadas abreviadas.
- Anos depois, o banimento ocorreu novamente por defender o governador Ibaneis Rocha, alegando que o site ICL não publicou um artigo dele por ser visto como favorável a Ibaneis, sem que o governante fosse citado na CPI do INSS.
- O relato menciona atuação como advogado de presidente da República e de vários governadores, incluindo Ibaneis Rocha, e acusa censura repetida a jornalistas/
- Ao final, o texto vincula os episódios à defesa da institucionalidade e da democracia, criticando o banimento como violação de liberdades de imprensa.
Corria 2003 quando o Brasil vivia uma fase de mudanças políticas. Um-homem-homem ligações com a Advocacia Geral da União foi indicado, gerando efervescência nos Diários Associados. Um episódio envolvendo banimento de imprensa começou a aparecer nos relatos.
O personagem central é um advogado que atuava em casos de repercussão nacional. Ele relata ter sido proibido de aparecer em veículos do grupo Diários Associados por críticas a jornalistas ligados ao veículo. O relato descreve dois anos de restrições após o episódio inicial.
Conforme o depoimento, a restrição atingiu aparições na imprensa e até entrevistas em telejornais. A queixa envolve censura e imposição de limites para a atuação profissional do advogado, que defendia autoridades públicas em Brasília.
O caso também envolve o veículo Correio Braziliense e a relação com Álvaro Teixeira da Costa, então diretor dos Diários Associados. O narrador diz ter recebido telefonemas do diretor para retomar a presença na imprensa do grupo.
Paralelamente, o texto descreve que o banimento se estendeu a outros veículos do mesmo grupo, em especial devido à defesa de governadores do Distrito Federal. O relato aponta que o advogado manteve atuação jurídica para diversas lideranças públicas.
Em seguida, o autor afirma ter mantido atuação para cinco presidentes da República e seis governadores no DF, inclusive Ibaneis Rocha. O banimento aparece novamente em relação ao episódio envolvendo o governador.
O artigo cita ainda uma passagem no ICL, canal de televisão de um jornalista reconhecido. O entrevistado acusa o banimento de ocorrer por sustentar defesa a Ibaneis Rocha, sem menção direta ao caso na CPI do INSS.
A narrativa conclui enfatizando a importância da institucionalidade e da democracia. O autor sustenta que restrições à atuação de profissionais da comunicação configuram um atraso para a liberdade de imprensa.
Reflexos e contexto
O relato aponta que, ao longo dos anos, ataques à liberdade de imprensa costumam ser descritos como episódios de censura profissional. A situação é apresentada como exemplo de limites às liberdades, ainda que sob diferentes lógicas políticas.
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