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Autor do ataque a jantar com Trump queria ajudar problemas do mundo, diz irmã

Irmã de Cole Tomas Allen diz que ele queria “ajudar o mundo” ao atacar o jantar dos correspondentes da Casa Branca, conforme apuração das autoridades

Allen tem 31 anos e deve responder a duas acusações
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  • Cole Tomas Allen, 31 anos, invadiu o jantar dos correspondentes da Casa Branca em um hotel de Washington e atirou, tirando a vida de um agente federal e ferindo outro.
  • A irmã dele afirmou que o professor tinha um desejo recorrente de “fazer algo” para “ajudar o mundo” e costumava fazer comentários políticos radicais.
  • Ele enviou um manifesto aos familiares cerca de dez minutos antes do ataque, no qual se descreveu como “assassino federal gentil” e citou o escândalo Epstein para justificar a ação.
  • As autoridades investigam o histórico pessoal e acadêmico de Allen para entender motivação e possíveis sinais de radicalização; ele pode responder por porte de arma de fogo e agressão a um agente federal.
  • Em 2017, Allen participou de uma entrevista à ABC Los Angeles, durante uma conferência no Caltech, em que mencionou um projeto de segurança de cadeiras de rodas.

A atuação ocorreu durante o jantar dos correspondentes da Casa Branca, em Washington, no fim de semana. Cole Tomas Allen, de 31 anos, invadiu o evento acompanhado de agentes, segundo relatos paralelos. O ataque ocorreu enquanto o presidente Donald Trump estava presente.

A irmã de Allen, que vive em Rockville, Maryland, revelou à polícia que o irmão costumava falar de maneiras intensas sobre como resolver os problemas do mundo. Ela participou de interrogatório do Serviço Secreto dos EUA nesta segunda-feira.

Segundo as autoridades, o professor tem histórico de declarações com conteúdo extremista e comentários políticos radicais. A investigação visa entender sinais de radicalização e o histórico pessoal de Allen.

Antes do ataque, Allen enviou um manifesto aos familiares cerca de 10 minutos antes de disparar contra agentes. No texto, ele se descreveu como um assassino federal gentil e citou o escândalo envolvendo Jeffrey Epstein para justificar a ação.

A irmã afirmou que o caso será avaliado junto ao contexto familiar. O material enviado por ele aponta para uma motivação relacionada a questões políticas e de segurança de alto risco.

Motivações e histórico

As autoridades analisam o histórico acadêmico e pessoal de Allen para traçar possíveis sinais de radicalização. A polícia está buscando contato com outros familiares para compreender o ambiente ao redor do suspeito.

A audiência preliminar está marcada para hoje (terça-feira) em um tribunal de Washington. A promotoria informou que ele deverá responder por porte ilegal de arma e agressão a um agente com arma de fogo.

Paralelamente, veículos de imprensa relembraram uma entrevista de 2017, quando Allen era estudante do Caltech. Na ocasião, ele apresentava um projeto de segurança para cadeiras de rodas em uma conferência sobre envelhecimento.

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