- Tiroteio no White House Correspondents’ Dinner levou a revisão da segurança do presidente; o suspeito, Cole Tomas Allen, 31 anos, chegou perto de um salão com mais de 2 mil pessoas e um agente federal foi atingido.
- O Serviço Secreto neutralizou o suspeito; Trump elogiou o trabalho da agência, que protege o presidente e eventos de alto risco.
- Susie Wiles, chefe de gabinete, fará uma reunião no início da semana com equipes de operações, Serviço Secreto e Departamento de Segurança Interna para discutir protocolos e práticas em grandes eventos.
- A reunião vai avaliar os processos que funcionaram na tentativa de sábado e considerar opções para melhorar a segurança dos próximos eventos do presidente.
- O senador Chuck Grassley pretende marcar briefing com a liderança do Serviço Secreto para discutir o incidente e os protocolos de segurança; Grassley é membro da linha de sucessão e presidente da Comissão Judiciária do Senado.
O White House realizará uma reunião para revisar a segurança do presidente Donald Trump após o tiroteio no White House Correspondents’ Dinner neste fim de semana, informou um alto funcionário à BBC.
Trump manteve apoio ao Serviço Secreto, que enfrenta escrutínio após o suspeito armado, Cole Tomas Allen, ter se aproximado de uma sala com mais de 2.000 pessoas, incluindo o presidente e membros do gabinete.
Os agentes subduziram Allen, que atirou contra um agente federal com colete à prova de balas, durante um breve tiroteio. O presidente participou de vários horários de eventos importantes ao longo do ano.
O tiroteio ocorreu no Washington Hilton, durante o jantar dos Correspondentes. O Serviço Secreto é responsável pela proteção do presidente, do vice-presidente e de chefes de Estado estrangeiros.
Medidas de Segurança
Um comunicado de um alto funcionário da Casa Branca disse que a equipe de Segurança do Presidente considerou o desempenho do Serviço Secreto exemplar na neutralização do suspeito e na proteção de Trump.
Apesar disso, Susie Wiles, chefe de gabinete da Casa Branca, convocará uma reunião com a operação, o Serviço Secreto e o Departamento de Segurança Interna para discutir protocolos de grandes eventos envolvendo o presidente.
A ideia é revisar processos que funcionaram na ocasião e explorar opções para reforçar a proteção nos próximos compromissos importantes de Trump.
Separadamente, o senador Chuck Grassley (Iowa) confirmou a intenção de organizar um briefing com a liderança do Serviço Secreto para debater o incidente e os protocolos de segurança.
Contexto e próximos passos
O episódio levantou preocupações sobre a proteção durante eventos de grande visibilidade. Entre os presentes ao jantar estavam Trump, o vice-presidente e o presidente da Câmara, além de outros membros do governo.
Antes e depois do tiroteio, Trump afirmou em entrevista à imprensa que não há profissão mais perigosa, ao comentar a segurança de eventos futuros.
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