- A Comissão de Segurança Pública aprovou enviar convites ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e ao delegado Marcelo Ivo de Carvalho para esclarecer por que os Estados Unidos convidaram Carvalho a se retirar do país, e os desdobramentos do caso; a data da audiência ainda não foi definida.
- O requerimento foi proposto pelo senador Jorge Seif (PL-SC), que afirmou ser essencial entender as razões do convite feito pelo governo dos EUA, ligado ao ICE, polícia migratória norte-americana.
- Carvalho participou da curta prisão de Alexandre Ramagem pelo ICE; Ramagem foi ex-diretor da Abin e, após condenação, fugiu do Brasil.
- O senador Esperidião Amin (PP-SC) apoiou os requerimentos, destacando a busca por transparência e o risco de “arbitrariedades” na atuação de autoridades.
- Os senadores também aprovaram requerimento para ciclo de debates sobre o Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas (Provita), destacando a necessidade de acompanhar a efetividade do programa.
A Comissão de Segurança Pública aprovou o envio de convites ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e ao delegado Marcelo Ivo de Carvalho para esclarecer por que o governo dos Estados Unidos convidou o policial a se retirar do país e quais desdobramentos houve no caso. A data da audiência ainda será definida.
Os requerimentos 6/2026 e 7/2026, apresentados pelo sen. Jorge Seif, defendem que o Brasil apure as razões do convite aos EUA. Carvalho participou da curta prisão de Alexandre Ramagem pelo ICE, órgão migratório aumentado de poder no governo anterior.
O senador Esperidião Amin assinou os requerimentos e afirmou que a audiência deve trazer transparência dos fatos e alertar sobre eventuais arbitrariedades. Amin questiona o papel de Carvalho e o que motivou sua atuação no exterior.
Provita
Os senadores também aprovaram o REQ 5/2026, da senadora Damares Alves, para debater o Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas (Provita). O objetivo é subsidiar a avaliação da política pública.
O Provita atua com proteção de vítimas e testemunhas, em regime federativo descentralizado. O programa envolve alto sigilo, riscos operacionais e cooperação entre União, estados e Justiça, com suporte psicossocial e reinserção social.
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