Em Alta NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ex-presidente do BRB busca delação premiada após suspeita de propina milionária

Ex-presidente do BRB busca delação premiada; defesa solicita transferência para sigilo, diante de suspeitas de propina de R$ 146 milhões com o Banco Master

Paulo Henrique Costa ex-presidente do BRB
0:00
Carregando...
0:00
  • O ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, está preso desde 16 de abril na operação Compliance Zero e manifestou interesse em delação premiada.
  • A defesa pediu ao STF a transferência dele da Penitenciária da Papuda para um ambiente com sigilo de diálogos com advogados; o pedido foi encaminhado ao relator André Mendonça.
  • A possibilidade de delação depende de voluntariedade, avaliação técnica das provas e acordo claro sobre termos e riscos.
  • A defesa afirma que, na Papuda, não seria possível cumprir esses requisitos e garantir o direito à autodefesa em plenitude.
  • Segundo investigações, Costa teria autorizado negócios com o Banco Master sem caixa para honrar operações e recebido propina envolvendo seis imóveis avaliados em R$ 146 milhões, conforme acordo com Daniel Vorcaro.

O ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, manifestou interesse em colaborar com as investigações em curso. Ele cogita firmar delação premiada após a detenção, ocorrida durante a Operação Compliance Zero. A defesa afirmou que a cooperação depende de condições técnicas e legais.

A defesa também solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a transferência de Costa da penitenciária da Papuda para um ambiente que permita diálogos sigilosos com os advogados. O pedido foi encaminhado ao relator do caso, André Mendonça.

Costa está detido em Brasília desde 16 de abril, suspeito de irregularidades de governança no BRB e de facilitar negócios com o Banco Master. Conforme as investigações, haveria um acordo de propina envolvendo imóveis avaliados em 146 milhões de reais.

Delação premiada em avaliação

Segundo os advogados, a delação depende da voluntariedade do investigado, da utilidade das informações e da clareza dos termos do acordo. Eles afirmam que tais condições podem não ser atendidas enquanto o réu permanecer na Papuda, o que justificaria a transferência para dialogar com os advogados sem sigilo.

A negociação busca assegurar que Costa possa exercer seu direito de defesa de forma plena, permitindo o compartilhamento de informações relevantes para as apurações sem comprometer o sigilo necessário. Não há confirmação de eventual acordo neste momento.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais