- Hugo Motta, do Republicanos, sinaliza a composição da relatoria e da comissão da PEC 6×1, em gesto ao presidente Lula.
- Petistas temem que o projeto seja judicializado e considerado inconstitucional.
- Alencar Santana (PT-SP) será presidente da comissão e Leo Prates (Republicanos-BA) o relator.
- O governo mantém o PL próprio como plano B para sustentar a PEC.
- A PEC não exigiria sanção presidencial, o que preocupa Lula.
Hugo Motta sinalizou, em meio às discussões sobre a PEC 6×1, que pode indicar composição da comissão e da relatoria para o tema. O gesto é visto por ministros do PT como indicação de alinhamento com o governo Lula. A Câmara trabalha com um roteiro de alterações no projeto.
Alencar Santana, do PT-SP, ficará na presidência da comissão. Leo Prates, do Republicanos-BA, deve atuar como relator. A configuração foi anunciada pela Câmara, mantendo o desenho federado de atuação sobre o tema.
Parlamentares petistas avaliam, em caráter reservado, que a estratégia pode favorecer a judicialização do texto. A leitura é de que a proposta pode enfrentar questionamentos de inconstitucionalidade.
Plano B do governo
O governo federal mantém um segundo projeto para o tema, considerado por autoridades como um plano alternativo caso haja desconfiguração do texto na Câmara. A PEC não depende da sanção presidencial, o que gera apreensão na equipe de Lula.
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