- O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) disse, em X, que “a esquerda está desesperada” após o CNDH abrir inquérito contra ele.
- A investigação envolve declarações feitas por Ferreira ao programa Pânico, da Jovem Pan, em agosto de 2025.
- Na ocasião, ele afirmou que vídeos pornográficos são exibidos em salas de aula por professores para “colocar conteúdos eróticos”.
- Também disse que crianças e adolescentes participam de oficinas e exposições com conteúdo inadequado, citando o 12º Festival Internacional de Quadrinhos como exemplo.
- Ferreira afirmou ser “interessante” o fato de o CNDH não ter movido ação contra o ex-ministro dos Direitos Humanos Silvio Almeida, demitido após denúncias de assédio sexual.
Nikolas Ferreira (PL-MG) foi acionado pelo Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), que abriu inquérito para apurar declarações do deputado feitas ao programa Pânico, da Jovem Pan, em agosto de 2025. As afirmações passaram a ser alvo de investigação por possible ofensa a direitos de crianças.
Ferreira afirmou, em rede social, que a esquerda está em desespero após a abertura do inquérito. O político é relator de projeto ligado ao seu partido e tem histórico de posicionamentos polêmicos sobre educação e conteúdo audiovisual em sala de aula.
Segundo o CNDH, a apuração investiga trechos de uma entrevista concedida por Ferreira ao programa Pânico, em agosto de 2025, em que o parlamentar acusou professores de exporem conteúdos eróticos e de promoverem atividades inadequadas para menores.
Reação nas redes
Em publicação posterior, o deputado vinculou a atuação do CNDH a um contexto de desespero da esquerda e afirmou que houve uso político da denúncia. A defesa de Ferreira sustenta que o conteúdo não atenta contra direitos de crianças, mas não é possível concluir sem o andamento do inquérito.
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