- Em Ribeirão Preto, na Agrishow, o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, trocaram provocações sobre Gilmar Mendes.
- Zema mostrou a camiseta com “Chega de intocáveis” e comentou sobre o revide, sugerindo que Mendes reagiu às publicações.
- Mendes pediu a inclusão de Zema no inquérito das fake news por causa das séries de vídeos “Os Intocáveis”.
- Tarcísio disse que está ficando audacioso e que se diverte com as provocações; Zema afirmou que, no STF, gostariam que eles ficassem quietos.
- O momento terminou com Tarcísio elogiando o sotaque mineiro de Zema e convidando para tomar café e pão de queijo.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, hoje presidenciável, e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, protagonizaram um momento bem-humorado durante a Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), nesta terça-feira. O encontro rendeu provocações entre eles após o suposto “revide” de Gilmar Mendes, ministro do STF, às críticas veiculadas em vídeos de humor.
Zema e Tarcísio trocaram farpas leves sobre as esquete de uma série de humor que critica ministros do Supremo. Os dois discutiram de forma descontraída, com Zema mencionando temas ligados à caricatura e ao que ele chama de exposição pública, enquanto Tarcísio comentou de forma bem-humorada a situação.
O episódio envolve a série Os Intocáveis, criada por Zema para criticar membros do STF. Mendes chegou a citar a possibilidade de incluir Zema no inquérito das fake news por causa das publicações. A troca entre os governadores ocorreu em um ambiente de evento público na Agrishow, reforçando o tom político do encontro.
Contexto e desdobramentos
Zema afirmou estar mais audacioso nas provocações, citando que já houve caricaturas de figuras públicas. O tom foi descrito como bem-humorado entre os dois dirigentes, que destacaram a diferença entre críticas recebidas e o ambiente de Brasília. Não houve interrupção significativa no andamento do evento.
Tarcísio elogiou o sotaque mineiro de Zema e, de forma leve, sugeriu um café e pão de queijo como simbolismo de convivência entre as lideranças. A provocação foi apresentada como uma brincadeira entre aliados, sem indicar politicamente um desfecho para o tema.
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