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Baixo número de votos de Messias não surpreende oposição

Baixo apoio a Messias no plenário revela desalinhamento entre Congresso, STF e governo, com derrota esperada e críticas à articulação do Senado

Jorge Messias precisava de 41 votos para assumir vaga no STF
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  • O ministro Jorge Messias, indicado ao STF, recebeu 34 votos dos 41 necessários para a aprovação, ficando aquém da maioria.
  • A oposição não ficou surpresa: Flávio Bolsonaro disse que votou contra, mas não atuou para impedir a confirmação.
  • O senador Rogério Marinho afirmou que já previa a derrota do governo.
  • A oposição atribui o resultado à articulação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e lembra de um suposto encontro vazado entre Messias e Alcolumbre que não surtiu efeito.
  • Na Câmara, parlamentares dizem que a rejeição mostra atrito entre Legislativo e Suprema Corte; o líder do PL na casa, Cabo Gilberto, disse que o clima é ruim com o STF.

O resultado da votação no plenário do Senado mostrou que o ministro Jorge Messias recebeu 34 votos, 7 a menos do que os 41 necessários para a confirmação no STF. A votação ocorreu no dia 29 de abril de 2026, em Brasília, e o placar foi considerado dentro do esperado por críticos da indicação.

O processo envolveu o ministro da AGU Jorge Messias, indicado pelo presidente Lula, e gerou oposição principalmente entre senadores da base e da oposição. O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato pelo PL, disse ter votado contra, afirmando apenas ter rejeitado a indicação, sem atuar para bloqueá-la. Rogério Marinho confirmou a previsão de derrota contundente.

A oposição atribuiu o resultado a falas e articulações no Congresso, citando o papel do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, nas tratativas. Em bastidores, parlamentares lembraram que houve tentativa de divulgar um encontro entre Messias e Alcolumbre para reduzir resistência, sem sucesso.

Na Câmara, a leitura foi semelhante: representantes do PL, como Cabo Gilberto, avaliando que a rejeição reflete o atrito entre Legislativo e Suprema Corte. O tom entre líderes foi de crítica ao clima institucional entre os poderes, sem encaminhamento de medidas finais.

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