- O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), publicou um vídeo defendendo o abraço dado no advogado-geral da União, Jorge Messias, durante a sabatina na CCJ do Senado.
- Ele afirmou que o gesto foi um “princípio de educação” e que a bancada do PL no Senado já fechou questão contra a indicação de Messias ao STF.
- Cavalcante disse que cumprimentar não representa posição política, destacando que o abraço ocorreu em convivência entre colegas.
- Messias foi indicado pelo presidente Lula ao STF e participa da sabatina nesta quarta na CCJ; o nome ainda será submetido à votação no plenário do Senado.
- A sabatina ocorre após a aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso; a votação no plenário é secreta.
O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou em redes sociais que o abraço dado no advogado-geral da União, Jorge Messias, durante sabatina na CCJ do Senado, ocorreu por um princípio de educação, e não por posição política. Ele reforçou que a bancada do PL já tem posição contrária à indicação.
Cavalcante explicou que o gesto foi uma convivência política comum entre parlamentares que se conhecem, destacando que já houve encontros prévios com o AGU para tratar de pautas de interesse do estado e da bancada. O vídeo divulgado pelo parlamentar reforça a ideia de que a educação não define alinhamento.
A indicação de Messias ao STF foi apresentada pelo presidente Lula e envolve sabatina nesta quarta-feira na CCJ e votação no plenário do Senado, em formato secreto. A mudança anunciada decorre da aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso, abrindo vaga no Supremo.
Entre na conversa da comunidade