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Messias afirma que liberdade de imprensa é inegociável em sabatina na CCJ

Messias diz que liberdade de imprensa é inegociável; sabatina na CCJ avança para votação no plenário, com aprovação dependente de maioria entre presentes

Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) realiza reunião para sabatinar indicados ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), Defensoria Pública da União (DPU), e ao Supremo Tribunal Federal (STF).Mesa: indicado para exercer o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (MSF 7/2026), Jorge Rodrigo Araújo Messias.presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA).Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
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  • O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que a liberdade de imprensa é “inegociável” e essencial à democracia, durante sabatina na CCJ do Senado.
  • Messias foi indicado pelo presidente Lula para uma vaga no STF e precisa do apoio dos senadores para assumir a cadeira aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso.
  • Após a sabatina, a indicação será votada no plenário do Senado no mesmo dia, se houver aprovação na CCJ.
  • Na CCJ, a votação começa com a presença de pelo menos 14 senadores; para aprovação, é necessária a maioria dos presentes.
  • No plenário, o quórum mínimo é de 41 senadores; a votação é secreta, e o placar será divulgado apenas como resultado geral.

O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou nesta quarta-feira (29) que a liberdade de imprensa é um valor inegociável e essencial à democracia. A declaração ocorreu durante sabatina na CCJ do Senado.

Messias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma vaga no STF e ainda precisa do aval dos senadores para assumir a cadeira antes ocupada por Luís Roberto Barroso. A indicação foi formalizada em abril deste ano.

Durante a sabatina, o advogado defendeu que a liberdade de imprensa não deve ser transigida e reiterou a sua importância para o funcionamento do Estado democrático. A fala ocorreu no contexto da análise de sua aptidão para o STF.

Indicação, sabatina e votação

A sabatina ocorreu na CCJ, onde a votação começa apenas com a presença de ao menos 14 senadores. O colegiado tem 27 membros titulares, e Messias precisa do voto favorável da maioria dos presentes.

Em seguida, a indicação segue para o plenário do Senado, cuja votação só começa quando há 41 senadores presentes. O plenário tem 81 membros. A votação será secreta em ambas as etapas, não sendo possível saber o posicionamento individual de cada parlamentar.

Caso aprovado, Messias terá garantido o direito de assumir como ministro da Suprema Corte, preenchendo a vaga aberta com a aposentadoria de Barroso. O resultado final depende do placar nessas votações, que são fechadas.

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