- O Senado rejeitou a nomeação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal por 42 votos a 34.
- Messias era o escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e tinha recebido aprovação inicial da Comissão de Constituição e Justiça, antes da sabatina.
- Em entrevista após a votação, ele afirmou ter cumprido seu propósito e ressaltou que o plenário do Senado é soberano.
- O ministro da Advocacia-Geral da União agradeceu aos senadores, reconheceu os cinco meses de escrutínio e disse ter atuado com integridade.
- Messias acrescentou que a história não termina com essa derrota e que continuará com a vida pública, mantendo a fé de ter lutado um bom combate.
Foi rejeitado nesta quarta-feira pelo Senado Federal o nome de Jorge Messias para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal. O anúncio ocorreu após votação em plenário que resultou na derrota de Messias, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Messias teve apoio na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de seguir para o plenário, onde recebeu 42 votos contrários e 34 favoráveis. O ministro da Advocacia-Geral da União comentou que cumpriu o objetivo do processo e reconheceu a soberania do plenário.
Em discurso contido, Messias afirmou ter participado do processo com transparência ao longo de cinco meses de campanha. Disse que o resultado não altera sua trajetória e que continuará com serenidade, destacando que a vida segue e que o Senado é quem decide o destino da indicação.
Repercussões e próximos passos
- A decisão encerra a tentativa de Messias de ocupar a vaga no STF, pelo menos por ora.
- O Palácio do Planalto ainda não comunicou oficialmente novos encaminhamentos sobre a vaga.
- Analistas destacam que o episódio reforça a prerrogativa do Senado na sabatina e na aprovação de indicações ao Supremo.
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