Em Alta NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Celso de Mello critica rejeição de Messias ao STF

Celso de Mello acusa rejeição do Senado à indicação de Messias ao STF de grave equívoco institucional, com motivação política

Celso de Mello diz que Jorge Messias reúne “notável saber jurídico e reputação ilibada”
0:00
Carregando...
0:00
  • Celso de Mello, ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, criticou a decisão do Senado de rejeitar a indicação de Jorge Messias para o STF.
  • Ele chamou o ato de grave equívoco institucional e disse enxergar motivação política na rejeição.
  • Segundo o ex-ministro, Messias atende aos requisitos constitucionais: notável saber jurídico, reputação ilibada, experiência pública e defesa da ordem constitucional.
  • O texto aponta que a rejeição abre o caminho para uma nova indicação, com o presidente da República devendo apresentar outro nome ao Senado.
  • A decisão gerou reação no Planalto, no Congresso e dentro da corte, sendo considerada por Mello um retrocesso institucional e uma oportunidade perdida de incorporar um jurista qualificado ao STF.

O ministro aposentado Celso de Mello criticou a decisão do Senado Federal de rejeitar a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal. A manifestação foi publicada em nota após a votação, que surpreendeu ministros do STF e impôs derrota ao presidente Lula. Motivações políticas foram apontadas pelo ex-ministro.

De acordo com Celso de Mello, a rejeição configura grave equívoco institucional. Ele sustentou que Messias atende aos requisitos constitucionais e reúne notável saber jurídico, reputação ilibada, experiência pública e compromisso com a ordem constitucional.

O decano do STF afirmou que a escolha deve obedecer a critérios técnicos e institucionais. O Senado tem o papel de avaliar indicações presidenciais, mas deve agir com responsabilidade republicana e fidelidade aos parâmetros constitucionais.

Para o ex-ministro, não haveria justificativa legítima para barrar a nomeação. Celso de Mello disse que Messias, na função de Advogado-Geral da União, demonstrou formação jurídica e conduta pública compatíveis com a judicatura constitucional.

A nota de Celso de Mello também sinalizou que o processo de escolha merece um debate técnico, sem motivação política. O ex-ministro ressaltou a relevância da atuação do Senado na definição de integrantes da mais alta Corte.

O anúncio de rejeição abriu novo processo de indicação ao STF. O presidente da República deverá apresentar outro nome ao Senado, que terá nova fase de apreciação. O episódio elevou tensões entre Planalto e Congresso.

Mello destacou que a decisão do Senado afeta o funcionamento institucional. Segundo ele, a política, quando dissociada da justiça, pode obstruir o regular funcionamento das instituições republicanas.

A íntegra da nota ressalta que Messias reúne requisitos para a investidura, incluindo defesa da legalidade democrática e das instituições. O texto defende a continuidade de critérios técnicos na escolha ministerial.

O ex-ministro encerra afirmando que a história reconhecerá a dignidade do indicado e a impropriedade da rejeição, ainda que em meio a controvérsia política. A nota reforça o espírito público na avaliação de indicados.

Repercussões e próximos passos

O Senado pode retomar a apreciação assim que for apresentada nova indicação pelo presidente. A decisão também passa a balizar discussões sobre critérios e estabilidade do funcionamento do STF. A Corte acompanha os desdobramentos com atenção.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais