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Moraes cobra defesa de Débora do Batom sobre tornozeleira

Moraes cobra defesa de Débora do Batom sobre falhas de sinal na tornozeleira, com prazo de quarenta e oito horas para esclarecimentos

Cabeleireira Débora Rodrigues, conhecida como Débora do Batom; defesa terá 48 horas para explicar possíveis falhas de sinalização do equipamento
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  • O ministro Alexandre de Moraes determinou que a defesa de Débora Rodrigues preste esclarecimentos sobre possível descumprimento de medidas cautelares, com prazo de 48 horas para justificar falhas de sinalização do monitoramento.
  • Débora, conhecida como Débora do Batom, cumpre prisão domiciliar após condenação a 14 anos pelos atos do oito de janeiro de 2023, inclusive por ter pichado a estátua da Justiça em frente ao STF.
  • O sistema de monitoramento registrou desligamentos da tornozeleira entre 20 e 26 de abril, o que acionou alerta no STF e resultou na notificação oficial ao gabinete de Moraes.
  • A irmã, Cláudia Rodrigues, negou qualquer irregularidade e disse que a defesa poderá comprovar a regularidade dos fatos, apontando falhas de sinal.
  • A reportagem ressalta que, em casos como esse, medidas cautelares costumam incluir tornozeleira, proibição de redes sociais, cancelamento de passaporte e restrição de contato com investigados; violação pode levar à regressão para o regime fechado.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que a defesa de Débora Rodrigues, conhecida como Débora do Batom, preste esclarecimentos sobre possível descumprimento de medidas cautelares. O prazo é de 48 horas para justificar falhas no monitoramento eletrônico.

Débora cumpre prisão domiciliar após ser condenada a 14 anos pela participação nos atos extremistas de 8 de janeiro de 2023. Ela ganhou notoriedade ao pichar com batom a estátua “A Justiça”, em frente ao STF, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Falhas de sinal e resposta da defesa

Segundo o sistema de monitoramento, a tornozeleira registrou desligamentos entre 20 e 26 de abril, gerando alerta no STF e notificando a defesa. A irmã de Débora, Cláudia Rodrigues, afirmou que a defesa pode comprovar a regularidade e justificar as falhas.

Rotina sob monitoramento e saúde

Cláudia relatou que Débora precisou de atendimento médico emergencial devido a infecção urinária grave, com deslocamento informado às autoridades competentes. A família destacou a gravidade da privação de liberdade sob o regime domiciliar, ainda que menos rígido que o regime fechado.

Contexto jurídico

A condenação de Débora faz parte de ações do STF relacionadas à invasão às sedes dos Três Poderes. As medidas cautelares costumam incluir tornozeleira, proibição de redes sociais, cancelamento de passaporte e restrição de contato com investigados. A violação de regras pode levar à regressão para o regime fechado.

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