- A presidente da Comissão Especial da PEC do fim da 6×1, Alencar Santana (PT‑SP), afirmou, em entrevista ao Acorda, Metrópoles, que existe “vontade política” para avançar nas negociações para a redução da jornada de trabalho.
- Ele disse que há apoio na Câmara, mesmo com a oposição de bolsonaristas, e que o governo anterior não demonstrou compromisso com a PEC.
- Santana questionou se há necessidade de compensação e se setores podem se reorganizar para beneficiar o trabalhador.
- A Câmara instalou, no dia 29 de abril, a comissão especial que analisará a PEC do fim da escala 6×1, que concede apenas um dia de descanso por semana.
- O debate envolve a possibilidade de reduzir a jornada sem prejudicar setores produtivos ou a organização das empresas.
Alencar Santana (PT-SP), presidente da Comissão Especial da PEC que trata do fim da escala 6×1, afirmou nesta quinta-feira, 30 de abril, ao Metrópoles, que percebe uma “vontade política” para avançar nas negociações pela redução da jornada de trabalho. A declaração ocorreu durante entrevista publicada pela publicação.
O parlamentar destacou que, apesar da atuação de bolsonaristas contrários, a Casa demonstra disposição para debater a matéria. Segundo ele, o governo anterior não demonstrou compromisso com a PEC nem com a análise do tema, o que, na visão dele, dificultou avanços.
Santana questionou a necessidade de compensação para trabalhadores, sugerindo que setores poderiam se reorganizar para viabilizar o benefício sem prejuízo a outros. Ele questionou se uma ampliação de dias de descanso realmente exigiria compensação setorial.
Comissão
A Câmara instalou nesta quarta-feira, 29 de abril, a comissão especial responsável por analisar a Proposta de Emenda à Constituição que trata do fim da escala 6×1, na qual o trabalhador tem apenas um dia de descanso por semana.
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