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Relator da dosimetria prevê redução de 6 anos na pena de Bolsonaro

Relator da dosimetria aponta pena de Bolsonaro em 20 anos e 8 meses; Congresso derruba veto e lei entra em vigor

Segundo Paulinho da Força, pena total de Jair Bolsonaro (foto) pode cair para 20 anos e 8 meses
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  • O relator da Dosimetria na Câmara, deputado Paulinho da Força, afirmou que a pena de Jair Bolsonaro pode cair de 27 anos e 3 meses para 20 anos e 8 meses, uma redução de 6 anos e 7 meses.
  • O Congresso derrubou o veto do presidente Lula ao projeto de dosimetria nesta quinta-feira (30 abr 2026), tornando a lei vigente para os condenados pelo 8 de janeiro.
  • Caso a dosimetria se aplique, Bolsonaro ficaria mais 2 anos e 4 meses em regime fechado, além da pena já cumprida.
  • Para a progressão de regime, com 20 anos e 8 meses, será necessário cumprir ao menos 3 anos e 4 meses na prisão, pois a lei permite progressão com 16% da pena total (antes eram 25%).
  • O ex-presidente está em prisão domiciliar, em Brasília; para a revisão da pena, precisa acionar o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal.

O relator do PL da Dosimetria na Câmara, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), informou que a pena de Jair Bolsonaro pode sofrer redução de 6 anos e 7 meses. A estimativa aponta queda de 27 anos e 3 meses para 20 anos e 8 meses.

Segundo o parlamentar, a mudança envolve a aplicação da dosimetria ao caso do ex-presidente, condenado pelos atos envolvendo o 8 de janeiro. A aprovação ocorreu após o Congresso derrubar o veto do presidente Lula à dosimetria.

A nova lei, já promulgada, permite progressão de pena com 16% do total a cumprir. Assim, Bolsonaro poderia permanecer mais 2 anos e 4 meses em regime fechado, desde que cumpra o restante da pena atual.

Atualizado o tamanho da demora para a progressão, o mínimo de tempo em regime fechado pode variar conforme o cumprimento de etapas anteriores. A regra anterior exigia 25% da pena para a progressão; agora passa a depender de 16%.

Bolsonaro permanece sob prisão domiciliar em Brasília, em sua residência, como outros condenados pelo 8 de Janeiro. Para que a pena seja revista, ele deverá acionar o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF.

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