- A Suprema Corte dos Estados Unidos, com seis votos a favor e três contra, anulou o mapa eleitoral da Louisiana, limitando a criação de distritos de maioria afro-americana.
- A decisão, em meio a 187 dias para as eleições de 3 de novembro, pode permitir que distritos sejam redesenhados pelo Partido Republicano, afetando a representação de minorias em estados sulistas.
- Na opinião da maioria, o juiz Samuel Alito afirmou que o mapa da Louisiana é “redistribuição inconstitucional”.
- Críticas de representantes de direitos civis afirmam que a decisão enfraquece a ferramenta legal para contestar mapas discriminatórios; a ACLU e o Fundo de Defesa Jurídica foram veementes em suas colocações.
- Especialistas classificaram o veredito como um “terremoto” político que reduz a capacidade de eleitores de minorias buscarem proteção judicial para assegurar representação justa.
A Suprema Corte dos EUA, por 6 votos a favor e 3 contra, anulou o mapa eleitoral da Louisiana, limitando a criação de distritos de maioria afro-americana. A decisão pode impactar a representação de minorias no Congresso, a menos de seis meses das eleições de meio de mandato.
A Corte entendeu que a Lei dos Direitos de Voto não exigia a formação de novo distrito com maioria de eleitores negros. O veredito abre espaço para redesenho dos distritos por parte dos estados, especialmente na região sul, segundo analistas.
A opinião da maioria, redigida pelo ministro Samuel Alito, descreveu o mapa como inconstitucional. O gesto gera críticas entre defensores de direitos civis, que veem retrocesso no direito à igualdade racial nas eleições.
A decisão foi recebida com debates entre especialistas. Um especialista de direito eleitoral avalia o impacto como um giro relevante na política interna, reduzindo a proteção jurídica para a representação de minorias no Legislativo.
Na linha de reação, organizações de direitos civis afirmaram que a mudança restringe o mecanismo de contestação a mapas discriminatórios. Líderes dessas entidades destacaram o risco de diluição do poder político de comunidades não brancas.
A Casa Branca confirmou que trabalham com o tema, enfatizando a importância de processos eleitorais justos e neutralidade das instituições. Analistas defendem cautela ao interpretar consequências eleitorais a poucos meses das eleições.
Artemis II na Casa Branca
Quatro astronautas da missão Artemis II foram recebidos no Salão Oval, em 29 de abril, pelo presidente dos EUA. O encontro ocorreu durante a visita de autoridades à Casa Branca.
O presidente apontou possibilidades de a Nasa realizar o pouso humano na Lua ainda no seu mandato, com meta para 2028. O chefe interino da Nasa participou da conversa, destacando avanços da missão.
Os tripulantes vestiam o traje da missão e foram apresentados a autoridades. O público acompanhou o momento de protocolo entre a presidência e a agência espacial.
Visita de Charles III aos EUA
No terceiro dia nos EUA, o rei Charles III e a rainha Camilla visitaram a Marco Zero, em Nova York, para prestar tributo às vítimas de 11 de setembro de 2001. O casal deixou flores e participou de cerimônia com autoridades locais.
O monarca também reuniu-se com socorristas, familiares de vítimas e representantes de organizações não governamentais. A visita coincidiu com o 250º aniversário de independência entre EUA e Reino Unido, segundo analistas.
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