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Defesa de Bolsonaro tem 48 horas para detalhar como foi a cirurgia de Moraes

PGR apoia cirurgia de Bolsonaro; defesa tem 48 horas para apresentar relatório médico detalhado sobre o ombro direito

A cirurgia ocorre nesta sexta-feira (1º) em Brasília, e foi indicado por médicos de Bolsonaro
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  • A PGR manifestou-se favorável ao pedido de Bolsonaro para realizar a cirurgia no ombro direito.
  • A cirurgia está marcada para esta sexta-feira (1º), no hospital DF Star, em Brasília, indicada por médicos especialistas.
  • O ministro Alexandre de Moraes deu 48 horas para a defesa apresentar relatório médico detalhado sobre o procedimento.
  • Os médicos de Bolsonaro enviaram ao STF um relatório dizendo que as dores melhoraram, mas mantiveram a indicação da cirurgia por questões humanitárias e sanitárias.
  • Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por liderança de uma tentativa de golpe de Estado; esteve internado em março por pneumonia, recebeu alta e segue em prisão domiciliar humanitária por 90 dias.

O ex-presidente Jair Bolsonaro irá passar por uma cirurgia no ombro direito em Brasília. O procedimento foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, após parecer da PGR favorável ao pedido.

A cirurgia está marcada para esta sexta-feira, 1º de outubro, no hospital DF Star. Médicos indicaram o procedimento para tratar lesões no manguito rotador e outras complicações associadas.

Os médicos de Bolsonaro enviaram ao STF um relatório em que informam que as dores no ombro melhoraram, mas mantêm a recomendação de cirurgia. O documento foi anexado ao processo de execução penal, que tramita no STF. A defesa classifica o pedido como humanitário e sanitário.

Prazos e notas oficiais

A defesa tem 48 horas para apresentar um relatório médico detalhando o procedimento. Bolsonaro cumpre pena em regime de prisão domiciliar no Distrito Federal. O político foi condenado por liderar uma tentativa de golpe de Estado e está afastado de atividades presenciais desde março.

Em março, Bolsonaro foi internado em Brasília por pneumonia e recebeu alta duas semanas depois. O ministro Moraes havia concedido prisão domiciliar humanitária por 90 dias, devido ao quadro de saúde do ex-presidente.

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