Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Derrota histórica e rejeição de Messias geram tiroteio entre governistas

Rejeição da indicação de Messias ao STF provoca tiroteio entre governistas e aliados, ampliando a crise interna e dúvidas sobre leitura da conjuntura

Jorge Rodrigo Araújo Messias, durante abertura da cerimonia de comemoração dos 30 anos da Advocacia Geral da Uniāo. (Foto: Joédson Alves/Agência Brasil).
0:00
Carregando...
0:00
  • A rejeição da indicação de Jorge Messias para o STF provocou um tiroteio entre integrantes do governo e aliados ao longo da quinta-feira.
  • A crise, a maior enfrentada por Lula neste terceiro mandato, surgiu após a votação secreta contra o indicado.
  • Dentro do governo, ataques se concentraram no líder no Senado, Jaques Wagner, por não ter informado Lula sobre a movimentação de Davi Alcolumbre.
  • Também houve críticas a José Guimarães e a Wellington Lima e Silva por não atuarem para evitar a derrota, mesmo com trânsito com o STF.
  • Alegações de traição recaíram sobre Renan Calheiros, Renan Filho e Rodrigo Pacheco, que dizem ter aprovado Messias no plenário; o governo ainda não definiu se irá indicar outro nome nem quando.

A derrota histórica com a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para vaga no STF, provocou um tiroteio entre integrantes do governo e aliados ao longo de toda a quinta-feira. A decisão ocorreu na esteira de votação secreta no Senado e gerou críticas internas ao governo.

Dentro do Palácio do Planalto, o principal alvo foi o líder no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), acusado de não alertar o presidente Lula sobre a movimentação de Davi Alcolumbre (União-AP) contra Messias. As críticas também atingiram ministros com influência institucional.

Além disso, houve descontentamento com o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, apontado como não ter atuado para impedir a votação diante do risco de derrota. O ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, também é citado por não ter reduzido a rejeição.

Outras vozes destacam dificuldades do governo em ler o cenário político e compreender os interesses que moviam os senadores. A votação foi secreta, o que alimentou acusações de traição entre aliados de primeira hora, como Renan Calheiros (MDB-AL), Renan Filho (MDB-AL) e Rodrigo Pacheco (PSB-MG).

Todos os citados asseguram que ratificaram o apoio a Messias no plenário. O episódio marca a maior crise enfrentada por Lula neste terceiro mandato e ainda não há definição sobre a substituição ou o momento de apresentar um novo nome ao STF.

Desdobramentos internos

A gestão da crise permanece em aberto, sem confirmação sobre próximos passos do governo. A pasta econômica e o Palácio do Planalto evitam adiantar ações até que haja alinhamento entre as legendas aliadas.

Perspectivas sobre o STF

Analistas observam que a derrota pode influenciar futuras indicações e a relação entre o Executivo e o Legislativo. O cenário aponta para possible ajustes na estratégia de comunicação e na interlocução com o Congresso.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais