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Haddad, Tebet e Marina participam de evento do 1º de maio em São Paulo

Ato do 1º de maio em São Paulo reúne Haddad, Tebet e Marina para defender empregos, democracia e fim da escala 6x1 com redução da jornada sem perda salarial

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) posa ao lado de seus ministros. (Foto: Ricardo Stuckert)
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  • Ato do 1º de maio em São Paulo no sindicato dos metalúrgicos da Liberdade deverá contar com Fernando Haddad, Simone Tebet e Marina Silva, entre ex-ministros.
  • Pauta principal do ato é o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho sem redução salarial.
  • A chegada dos convidados está prevista para as 10h30, durante o evento realizado pela entidade e apoiado pela Força Sindical e CNTM.
  • O presidente do sindicato, Miguel Torres, afirma que a mobilização reforçará a pauta da Conclat 2026, defendendo empregos, democracia e vida digna.
  • Além da jornada, o ato aborda pejotização, feminicídio, fortalecimento das negociações, direito de negociação para servidores, regulamentação do trabalho em aplicativos e saúde mental nos locais de trabalho.

O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo realiza nesta sexta-feira um ato pela democracia e pelos direitos da classe trabalhadora. O evento acontece na sede do sindicato, no bairro da Liberdade, em São Paulo. Participantes esperados incluem figuras nacionais da política e da coordenação trabalhista.

A cidade contará com a presença de Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo paulista, além de Simone Tebet e Marina Silva, ex-ministras cotadas para o Senado por São Paulo. A chegada está prevista para as 10h30.

Pauta central

Entre as bandeiras do ato está o fim da escala 6×1 com redução da jornada de trabalho sem perda salarial. Outras bandeiras incluem enfrentamento à pejotização, combate ao feminicídio e fortalecimento das negociações coletivas.

O ato também defenderá o direito de negociação para servidores, a regulamentação do trabalho em aplicativos e a promoção de saúde mental no ambiente de trabalho. A mobilização busca sustentar a pauta da Conclat 2026.

Miguel Torres, presidente do sindicato, também preside a Força Sindical e a CNTM. Ele diz que o ato reforçará a agenda de defesa de empregos, democracia, soberania e uma vida digna para todos.

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