- No Dia do Trabalhador, centenas de manifestantes se reuniram no Eixão Sul, na altura da SQS 106, em apoio ao fim da jornada 6×1 e a outras pautas no Congresso.
- Além de Brasília, protestos ocorrem em Belo Horizonte, Recife, Salvador e Rio de Janeiro, com faixas contra o Congresso e apoio a direitos trabalhistas.
- Os atos, realizados pela CUT e pela CTB, também defendem regulamentação do trabalho por aplicativos e negociação para servidores públicos.
- Em Brasília, houve críticas à atuação do Congresso e à anistia aos condenados nos atos de Esplanada, além de cobrança por combate ao feminicídio e à “pejotização”.
- O ato teve início por volta das 10h e segue até as 14h, com participação de parlamentares da esquerda, como a senadora Leila Barros e a deputada Erika Kokay.
No Dia do Trabalhador, manifestantes ocuparam o Eixão Sul, na altura da 106 Sul, em Brasília, em ato a favor do fim da jornada 6×1 e de pautas em debate no Congresso. O ato reuniu trabalhadores de centrais sindicais e lideranças políticas locais.
Organizadores, CUT e CTB, apresentaram faixas contra o Congresso e cartazes pela extinção da escala 6×1, além de demandas sobre regulamentação do trabalho por apps e direitos de negociação para servidores. A mobilização foi amplificada por protestos em outras capitais.
Ato começou por volta das 10h, com expectativa de seguir até as 14h, conforme o contexto do 1º de maio. Participaram deputados e senadores de esquerda, incluindo Leila Barros e Erika Kokay, contribuindo para o clima de pressão sobre pautas trabalhistas.
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