- Marina Silva criticou a proposta de anistia aos envolvidos nos ataques de oito de janeiro durante ato do Dia do Trabalhador em São Paulo.
- Ela disse que a medida é uma “vergonha” e que a pena deveria ser maior.
- A ministra afirmou que a ideia seria perdoar quem participou da violência e justificar atos violentos, defendendo punição proporcional.
- Reforçou a necessidade de fortalecer a democracia, combater violência e autoritarismo e defender os direitos dos trabalhadores.
- Também destacou a importância de preservar o meio ambiente e promover a sustentabilidade como prioridades do país.
Marina Silva, ministra do Meio Ambiente, criticou a proposta de anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de Janeiro durante ato do Dia do Trabalhador na Praça Franklin Roosevelt, em São Paulo. A avaliação é de que a proposta caracteriza uma violação aos princípios de responsabilização.
Segundo a ministra, a ideia de perdoar quem participou dos ataques representa uma justificativa da violência. Ela afirmou que a punição precisa ser proporcional ao crime e que a sociedade não pode aceitar tolerância à violência.
Durante o ato, Silva reforçou a defesa da democracia, do combate à violência e do autoritarismo, destacando a necessidade de fortalecer instituições democráticas e a participação cívica para uma sociedade mais justa.
Ela também abordou temas ambientais, ressaltando a prioridade de preservação do meio ambiente e de ações contra mudanças climáticas, ressaltando que o Brasil precisa avançar rumo a maior sustentabilidade.
Marina Silva é uma liderança de peso no cenário político brasileiro, conhecida pela defesa da democracia, dos direitos humanos e da sustentabilidade, com atuação marcada pela atuação em pautas sociais e ambientais.
Entre na conversa da comunidade