- O ministro Alexandre de Moraes autorizou que Jair Bolsonaro seja monitorado pela Polícia Militar do Distrito Federal durante cirurgia em hospital particular de Brasília.
- A decisão determina escolta na ida e na volta ao hospital e vigilância constante dos militares durante toda a internação.
- Michelle Bolsonaro pode acompanhar o ex-presidente, mas o acesso de pessoas não autorizadas é proibido; permanecem as medidas cautelares.
- Bolsonaro deu entrada no hospital nesta sexta-feira para cirurgia no manguito rotador do ombro, por via artroscópica.
- O manguito rotador envolve quatro músculos e tendões que ajudam a estabilizar a articulação do ombro.
O ex-presidente Jair Bolsonaro deverá passar por uma cirurgia para reparar músculos do ombro, nesta sexta-feira (1º), em um hospital particular de Brasília. A cirurgia foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou o acompanhamento da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) durante todo o procedimento.
A decisão estabelece escolta na ida e volta ao hospital e vigilância contínua durante a internação. Michelle Bolsonaro, ex-primeira dama, está autorizada a acompanhar o paciente, desde que apenas pessoas autorizadas entrem no hospital.
Bolsonaro deu entrada na unidade nesta manhã, para a intervenção no manguito rotador, grupo de quatro músculos e tendões responsáveis pela estabilidade da articulação. O procedimento será realizado por via artroscópica, técnica minimamente invasiva.
Medidas de segurança
A decisão de Moraes ressalta que o cumprimento das medidas cautelares permanece em vigor, com acesso restrito a terceiros não autorizados. A segurança do local será reforçada pela PMDF ao longo de todo o cuidado médico.
Detalhes do protocolo médico
Não houve divulgação de outros itens técnicos adicionais sobre a cirurgia. O objetivo é reparar a lesão no ombro, com previsão de recuperação conforme protocolo médico e acompanhamento futuro.
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