- Um vídeo divulgado pelos promotores mostra o atirador Cole Tomas Allen próximo ao controle de segurança do Washington Hilton, em DC, no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, com presença de Donald Trump.
- O registro mostra Allen passando por uma porta de corredor, seguido por um policial e seu cachorro, que ficam na área antes de o suspeito aparecer correndo com uma espingarda em direção ao posto de segurança.
- Segundo os promotores, o vídeo sugere que Allen e um funcionário do Serviço Secreto trocaram tiros; não fica claro no material quando houve o disparo inicial.
- Antes do ataque, o vídeo mostra Allen vagando pelo hotel, o que, segundo a procuradora, indicaria que ele estava vigiando o local.
- Os advogados do suspeito não contestaram a prisão cautelar, mas os promotores apresentaram evidências adicionais, incluindo imagens de Allen, o quarto de hotel, um cartucho de espingarda e outras armas e equipamentos.
Um vídeo divulgado pelos promotores mostra o momento anterior ao tiroteio no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, no sábado, no Washington Hilton, em DC, com a presença do presidente Donald Trump e autoridades.
O material registra Cole Tomas Allen passando por uma porta que leva ao ponto de verificação de segurança. Um policial e seu cachorro se aproximam da porta em seguida.
O policial fica na porta por cerca de 12 segundos, com o cão entrando e saindo do local. Nesse trecho, Allen não aparece no vídeo.
Poucos instantes depois, o suspeito é visto saindo correndo pela porta com uma espingarda em direção ao posto de segurança. Promotores afirmam que houve troca de tiros com um oficial do Serviço Secreto.
A procuradora dos EUA de DC, Jeanine Pirro, disse que o vídeo mostra Allen atirando no mesmo policial. Não há evidências de fogo amigo, segundo Pirro, ao divulgar o material.
Antes das imagens do ataque, o vídeo mostra Allen vagando pelos corredores e áreas do hotel na noite de sábado, o que, segundo a procuradora, indica vigilância ao local.
Os advogados do suspeito não contestaram uma moção para mantê-lo preso durante o andamento do caso, mas os promotores enfatizaram a necessidade de apresentar evidências da ameaça.
O juiz avaliou que buscar a prisão preventiva seria perda de tempo, já que Allen não contestava a moção. O processo segue em andamento.
Entre as imagens anexadas aos autos, os promotores incluíram material do quarto de Allen, um cartucho de espingarda usado e outras armas e equipamentos, como pistola, facas e fita adesiva.
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