- Investigação sobre o homem que tentou assassinar o presidente Donald Trump no jantar do White House Correspondents’ Association no Washington Hilton segue sem confirmação definitiva se ele atirou em um agente da U.S. Secret Service.
- O agente foi atingido no peito e usava colete balístico; o suspeito teria avançado pelo detector de metal, segundo relatos iniciais, mas documentos do Ministério Público não afirmam explicitamente que Allen atirou no agente.
- O atacante, Cole Tomas Allen, 31 anos, estava armado com uma pistola semiautomática, uma espingarda de ação bomba (pump-action) e três facas; autoridades dizem que houve cinco disparos, mas não está claro se atingiu alguém.
- As autoridades reconhecem que declarações públicas podem divergir durante uma investigação de alto perfil e que provas balísticas ainda estão sendo analisadas, o que pode levar semanas.
- Vídeos de segurança divulgados mostram o suspeito correndo pelo local e um agente do Serviço Secreto abrindo fogo; o governo continua com as acusações atuais e pode acrescentar novas, conforme o caso avança.
O incidente ocorreu no sábado passado, no Washington Hilton, durante o jantar da White House Correspondents’ Association. Um suspeito teria confrontado a segurança na entrada, disparando e causando o ferimento de um agente do Serviço Secreto. A vítima utilizava colete à prova de balas.
Segundo autoridades, o suspeito, identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, estava armado com uma pistola semiautomática, uma espingarda pump action e três facas. Ele foi detido e permanece sob custódia. A investigação busca esclarecer se houve tiro dirigido ao agente.
O Serviço Secreto informou que o agente reagiu ao ataque e abriu fogo cinco vezes contra o suspeito, sem, porém, confirmar se alcançou o alvo. A Procuradoria manteve silêncio sobre se o ataque atingiu alguém.
As informações públicas foram atualizadas ao longo da semana, com divergências sobre quem atirou e quantos disparos foram efetuados. O Departamento de Justiça ainda não confirmou a autoria do tiro contra o agente.
A promotoria informou inicialmente que o suspeito abriu fogo com uma arma de fogo disparando na direção da área de acesso ao salão. Em seguida, houve retratação parcial, com menção de que o exame balístico ainda estava em curso, sem conclusão sobre a acusação de disparo contra o policial.
Em diligências, o governo apresentou a queixa criminal contra Allen, descrevendo que ele avançou pelo magnetômetro empunhando uma longa arma, o que teria levado ao disparo de arma de fogo ouvido no local. A defesa reagiu à omissão de mencionar explicitamente o disparo contra o agente.
Técnicos trabalham para consolidar evidências de balística e outros elementos, com prazos que podem se estender semanas. O avanço do caso depende da análise de provas e de novas informações que possam surgir.
Analistas lembram que, mesmo sem confirmar o disparo contra o agente, as acusações já permitem uma eventual condenação robusta, caso haja comprovação de posse de arma e dos atos de ameaça ou violência atribuídos ao suspeito.
Entre na conversa da comunidade