Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Senado envia recado duro a Lula e ao STF após rejeição de Messias

Senado envia recados duros a Executivo e Judiciário ao rejeitar Messias para o STF, sinalizando fragilidade da pauta de indicações

Messias, aliado histórico de Lula, teve indicação ao STF rejeitada pelo Senado. (Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil)
0:00
Carregando...
0:00
  • O Senado rejeitou o indicado Jorge Messias ao STF, mandando recados ao Executivo e ao Judiciário.
  • No final da noite, o presidente Lula entendeu que é preciso debater com os senadores antes de seguir com qualquer nome, já que eles têm a palavra final.
  • Na sabatina na Comissão de Constituição e Justiça, o senador Hamilton Mourão afirmou que o STF não pode ser um puxadinho das vontades de presidente ou partido.
  • A oposição ao indicado ocorreu em um contexto de tensões com ministros, especialmente Gilmar Mendes, e de uma cobrança por mudanças em emendas impositivas e regras de atuação das agências reguladoras.
  • O episódio elevou a percepção de insegurança para ocupantes atuais da Suprema Corte e agravou o desgaste político do governo.

O Senado deixou claro que a rejeição ao nome do jovem advogado Jorge Messias para o STF não depende apenas do Executivo. Ao fim do dia, Lula entendeu que não há espaço para empurrar um indicado sem dialogar com os senadores, que têm a palavra final.

O veto a Messias também sinalizou ao STF que a atual composição corre o risco de mudanças. Entre os bastidores, pesou a atuação de Gilmar Mendes, que falou sobre revisão de emendas impositivas e fim da ingerência partidária nas agências reguladoras, cujos nomes passam pelo Senado.

Hamilton Mourão, senador Rep-RS, fez um discurso contundente na sabatina na CCJ ao afirmar que o Supremo não deve funcionar como extensão das vontades de um presidente ou de um partido.

Contexto político recente

O dia foi marcado por tensões entre Executivo, Legislativo e Judiciário, com o governo em baixa avaliação nas pesquisas. Análise interna indica que as decisões sobre indicações passam por legítima atuação do Senado na avaliação de nomes para o STF.

A recepção a Messias foi divisiva entre alas do Congresso, com críticas à influência de grupos e a necessidade de maior independência institucional. A sabatina manteve o tema sob escrutínio público, sem definição final sobre o futuro da vaga.

Eventos e desdobramentos internos

Na pauta de Washington, dois banquetes planejados foram cancelados na noite de quarta, refletindo o clima de cautela nos bastidores políticos e a disputa pela imagem pública do governo. A presença de Dilma Rousseff, apontada como apoiante da indicação, também circulou entre atos de apoio.

Além disso, o grupo Prerrogativas sobrevoou o Palácio do Planalto com a defesa de um cargo no Ministério da Justiça para Messias, em meio a críticas a movimentos políticos que acompanharam a discussão da indicação.

Contexto local em Rondônia

Em Cacoal, a prefeitura reconheceu que cerca de metade da frota escolar não passou por vistoria, trazendo riscos aos alunos. Outros oito veículos estão parados, e imagens de ônibus deteriorados circularam nas redes. A gestão local havia sido chefiada por Adaílton Fúria, pré-candidato ao governo, segundo o registro oficial.

Panorama econômico

O setor bancário brasileiro mostra preocupação com cenários futuros. Relatório da corretora Howden aponta crescimento significativo no uso de seguros por bancos para gestão de capital, com operações de transferência de risco estrutural saltando de cerca de €500 milhões em 2020 para €6 bilhões em 2024.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais