- O ator José de Abreu afirmou que Lula deveria deixar a política após a “facada nas costas” de aliados, sem citar nomes, referindo-se ao apoio crítico de um líder no Senado.
- O episódio envolve a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal pelo Senado.
- O líder do Governo no Senado, Jaques Wagner, foi alvo de críticas dos apoiadores de Lula após o resultado, tendo sido visto sorrindo e abraçando o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
- Antes da votação, Alcolumbre já havia sugerido a possibilidade de derrota de Messias para Wagner, em vídeo divulgado pela imprensa.
- Reações de políticos de esquerda também ganharam destaque, com interlocutores destacando a transformação do ambiente político e a crítica ao Congresso.
José de Abreu usou as redes para cobrar que Lula abandone a política após o que chamou de uma facada nas costas de aliados. O ator não citou nomes, mas referiu-se a um amigo e líder no Senado que debochou da derrota do governo.
A crítica ocorreu após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF pelo Senado. O episódio teve como protagonistas Jaques Wagner, líder do governo, e Davi Alcolumbre, presidente do Senado, que sorriu e abraçou o então eleito presidente da Casa após a votação.
Segundo Zé de Abreu, o colega próximo de Lula agiu de forma ofensiva ao vivo, o que ele interpretou como mais uma traição de aliados. O comentário ganhou repercussão entre artistas e políticos de esquerda.
Antes da votação, Alcolumbre já havia alertado sobre a derrota de Messias. A fala interna do momento foi citada em registros de imprensa, ampliando o debate sobre a condução do governo no Congresso.
Repercussões inesperadas vieram de parlamentares de esquerda. Erika Hilton defendeu refundar o Brasil e afastar o Congresso, em ato no Dia do Trabalhador, em São Paulo. Guilherme Boulos apontou que a oposição aliou-se para rejeitar Messias.
Gleisi Hoffmann lamentou a decisão, dizendo que o processo tirou do STF uma pessoa qualificada. Weverton Rocha atribuiu a derrota a fatores eleitorais, enquanto José Guimarães afirmou que o governo respeita a decisão, mas cobra explicações aos senadores.
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