- O senador Paulo Paim destacou, em pronunciamento no Plenário, a sessão especial em homenagem ao Dia do Trabalhador.
- Ele defende a redução da jornada de trabalho no país, com fim da escala 6×1 e jornada de quarenta horas semanais sem redução salarial.
- A sessão reuniu representantes de centrais sindicais, entidades de trabalhadores e autoridades públicas para debater o tema.
- Paim relembrou sua atuação histórica em defesa dos trabalhadores, citando iniciativas relacionadas ao salário mínimo e a leis de inclusão social (Estatuto do Idoso, Pessoa com Deficiência, Igualdade Racial).
- Em tom de despedida simbólica do 1º de maio no Senado, afirmou que a luta pelos trabalhadores continua além do mandato.
Em Plenário, o Senado promoveu uma sessão especial em homenagem ao Dia do Trabalhador. O objetivo foi discutir a redução da jornada de trabalho no país, com foco na implantação de 40 horas semanais sem perda salarial e no fim da escala 6×1. Representantes de centrais sindicais, entidades de trabalhadores e autoridades participaram.
O debate mostrou apoio à medida, com ênfase na melhoria da qualidade de vida de trabalhadores e trabalhadoras. O tema foi apresentado como prioridade para reconhecer a importância da mão de obra de mais de 100 milhões de brasileiros.
O senador Paulo Paim (PT-RS) destacou que a aprovação da proposta é o ponto central, não a autoria. Ele lembrou sua atuação histórica em defesa de salário mínimo, previdência e inclusão social, citando ações ligadas ao Estatuto do Idoso, à Pessoa com Deficiência e à Igualdade Racial.
Trajetória de defesa aos trabalhadores
Paim ressaltou que este pode ser seu último 1º de Maio no Senado, mas afirmou que seguirá engajado em debates para melhorar a vida do povo, independentemente de mandato. A participação dele ocorreu em meio à homenagem recebida por entidades sindicais desde a Constituinte de 1988.
Desdobramentos e perspectivas
Segundo participantes, a sessão reforçou o debate sobre jornadas de trabalho e impactos na economia. Observadores destacam que a medida pode exigir acordos setoriais e ajustes em contratos, sem prejuízo salarial, para diferentes categorias. O tema segue em análise no Congresso.
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