Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Relator de lei de terras raras defende conselho para liberar projetos

Relator defende conselho para autorizar projetos de terras raras, com fundo de 5 bilhões para destravar investimentos no Brasil

28.abr.2026 - O deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), relator do parecer sobre terras raras na Câmara
0:00
Carregando...
0:00
  • O deputado Arnaldo Jardim, relator do parecer sobre terras raras, definiu a criação de um conselho especial de minerais críticos para analisar e autorizar projetos, concentrando decisões no governo federal sobre contratos, exportações e operações no setor.
  • A proposta prioriza industrialização e processamento no Brasil, buscando transformar minerais críticos, como terras raras, em produtos no país, em vez de exportá-los como matéria-prima.
  • O relatório prevê um Fundo Garantidor de R$ 5 bilhões para viabilizar financiamentos via BNDES, ajudando projetos que enfrentam dificuldades por falta de garantias.
  • A ideia de criar uma empresa pública, a Terrabras, foi abandonada por falta de apoio político e não deve entrar no texto neste momento.
  • O governo vê espaço para cooperação com os Estados Unidos em minerais críticos, com possível acordo envolvendo extração e refino, e a pauta já integra a agenda de Lula e Trump para fortalecer o Brasil em cadeias globais de tecnologia e transição energética.

O deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) propõe criar um conselho especial de minerais críticos para analisar e autorizar projetos. A decisão ficaria sob o governo federal, envolvendo contratos, exportações e operações do setor. 28 de abril de 2026, Brasília.

A ideia é incentivar a industrialização e o processamento de terras raras no Brasil, não apenas a exportação de matéria-prima. Jardim afirma que o país deve agregar valor e reduzir a dependência de commodities.

O relatório também cria um Fundo Garantidor de R$ 5 bilhões para viabilizar financiamento via BNDES, ajudando projetos com garantias.

O texto defende equilíbrio: o Estado atuando como indutor e regulador, sem concentrar a atividade em uma estatal. A proposta não inclui mais a Terrabras, estatal prevista, que perdeu apoio político.

Disputa internacional

O marco ocorre em meio à importância geopolítica de minerais estratégicos, usados em energia, tecnologia e defesa, com oferta global concentrada.

O governo sinaliza que o tema entra na agenda internacional, com o vice-presidente Geraldo Alckmin afirmando participação no encontro entre Lula e Trump, em Washington.

Alckmin aponta espaço para cooperação com os EUA em extração e refino de terras raras, dentro de uma estratégia de ampliar investimentos bilaterais.

A presença do tema na agenda presidencial reforça o peso estratégico do setor para o Brasil em cadeias globais de tecnologia e transição energética.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais