- O Tribunal Superior Eleitoral apresentou o mascote Pilili, inspirado na urna eletrônica, que deve ser a porta-voz da Justiça Eleitoral nas Eleições de 2026.
- O nome faz referência ao som que a urna emite ao concluir o voto, mas Pilili não fala e se comunica por gestos ou balões.
- A estreia ocorreu durante evento em comemoração aos 30 anos da urna eletrônica, com a presença da presidente do TSE, ministra Carmén Lúcia.
- O Pilili foi desenvolvido desde 2023 pela Coordenadoria de Mídias e Web (Coweb) da Secretaria de Comunicação e Multimídia, e é apresentado como neutro: não tem gênero nem posicionamento político.
- A ideia é investir em campanhas educativas e combater a desinformação, com a mascote em tutoriais e vídeos para redes sociais.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentou o mascote Pilili, inspirado na urna eletrônica, que será a porta-voz da Justiça Eleitoral nas Eleições de 2026. Assim como o formato da urna, o Pilili não emite fala, comunicando-se por gestos e balões de fala.
A estreia ocorreu durante evento em comemoração aos 30 anos da urna eletrônica. A cerimônia contou com a participação da presidente do TSE, ministra Carmén Lúcia, que participou da abertura do evento.
Na abertura, a ministra destacou a transparência e a confiabilidade da urna. Segundo ela, ao longo de três décadas a urna combate fraudes e votos por outra pessoa, assegurando que o resultado reflita a vontade do povo.
O Pilili foi desenvolvido desde 2023 pela Coordenadoria de Mídias e Web (Coweb) da Secretaria de Comunicação e Multimídia. O TSE reforça que a mascote não tem gênero nem posicionamento político e representa a neutralidade do sistema.
O objetivo é ampliar o engajamento do público, especialmente jovens, por meio de campanhas educativas. A presença do mascote deve apoiar tutoriais, vídeos explicativos e iniciativas para combater a desinformação sobre o processo eleitoral.
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