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Câmara de Porto Alegre analisa projeto de prevenção de riscos com custo zero

Projeto Mulheres Guardiãs tramita na Câmara de Porto Alegre, mapeando vulnerabilidades sem aumento de gastos usando estrutura pública existente

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  • O projeto de lei que institui o programa “Mulheres Guardiãs” tramita nas comissões da Câmara Municipal de Porto Alegre, proposto pelas deputadas Grazi Oliveira e Atena Roveda (PSOL) e visa custo zero, sem criação de novos cargos, usando estrutura pública existente.
  • O modelo é consultivo e colaboração: encontros trimestrais entre lideranças comunitárias femininas e representantes das secretarias municipais, para subsidiar planejamento urbano e social.
  • Foco das ações: saúde, segurança e meio ambiente, buscando eficiência do gasto público por meio de informações locais.
  • Os encontros ocorreriam em prédios públicos, como auditórios escolares e o Plenário da Câmara, evitando custos de locação; execução fica a cargo das secretarias com dotações atuais.
  • As autoras defendem que a inteligência comunitária das mulheres pode prevenir crises; o projeto aguarda pareceres técnicos para seguir para votação no Plenário.

O plenário da Câmara Municipal de Porto Alegre analisa um projeto de lei que institui o programa “Mulheres Guardiãs”. A proposta é das vereadoras Grazi Oliveira e Atena Roveda, ambas do PSOL, e tramita nas comissões da casa. O objetivo é mapear vulnerabilidades sem elevar despesas ou criar novos cargos.

O modelo proposto é consultivo e colaborativo. Envolve encontros trimestrais entre lideranças comunitárias femininas e representantes de secretarias municipais. Os encontros devem subsidiar o planejamento urbano e social, com foco em saúde, segurança e meio ambiente.

A iniciativa aposta na utilização de recursos humanos e administrativos já disponíveis na estrutura pública. Assim, as reuniões ocorreriam em prédios públicos, como auditórios de escolas e no Plenário da Câmara, sem custos de locação.

A execução ficaria a cargo das secretarias competentes, que operariam com as dotações atuais. A proposta ressalta a necessidade de respeitar as limitações fiscais do município, ao mesmo tempo em que busca aprimorar o serviço prestado à população.

Segundo as autoras, o projeto visa preencher a ausência de canal oficial entre a ponta do serviço público e os gestores. Acredita-se que a inteligência comunitária das mulheres pode prevenir crises e aumentar a segurança local.

O projeto aguarda pareceres técnicos para prosseguir no rito de votação no Plenário da CMPA. A medida depende de pareceres das áreas técnicas para seguir para a votação final.

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