Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Câmara encerra sessão sem votações nem leitura de minerais críticos

Câmara encerra sessão sem votações sobre Minerais Críticos; setor critica ampliação de poderes do Conselho e votação é adiada para quarta-feira

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, participa de uma sessão plenária da Câmara dos Deputados em Brasília, Brasil, em 9 de dezembro de 2025. REUTERS/Adriano Machado
0:00
Carregando...
0:00
  • A Câmara encerrou a sessão de terça-feira sem votações nem leitura do relatório sobre a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos.
  • O parecer, do deputado Arnaldo Jardim, ampliaria poderes do Conselho Especial de Minerais Críticos e Estratégicos.
  • O Conselho poderia aprovar ou barrar mudanças de controle societário em empresas detentoras de direitos minerários; entidades defendem apenas informação prévia, não veto.
  • Disputa interna reclama equilíbrio na composição do Conselho, que hoje poderia ter quinze membros do Poder Executivo, com espaço mínimo para estados, municípios, setor privado e ensino superior.
  • A votação foi prevista para quarta-feira, 6, com lideranças buscando consenso sobre o texto, que também é alvo de críticas por não trazer limitações para estrangeiras nem cota mínima de conteúdo nacional.

A Câmara dos Deputados anunciou que a sessão desta terça-feira, 5, terminou sem votações nem leitura do relatório sobre a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, um tema prioritário na pauta. O impasse gira em torno do parecer do deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP).

O foco é o projeto que define o Conselho Especial de Minerais Críticos e Estratégicos, órgão proposto para aprovar ou barrar mudanças de controle societário de empresas detentoras de direitos minerários. A ideia é atuar com mecanismos de veto sobre operações relevantes.

Empresas do setor afirmam que o Conselho deve apenas receber informações prévias, sem exigência de aprovação, para evitar insegurança jurídica causada por um poder de veto considerado subjetivo. A composição do conselho também é contestada.

Além disso, parte da bancada governista critica o parecer de Jardim, apontando que o texto é genérico quanto à participação de empresas estrangeiras e não estabelece cotas mínimas de conteúdo nacional no beneficiamento dos minerais. A votação ficou prevista para quarta-feira, 6, com negociação entre as bancadas para chegar a um acordo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais