- O senador Rodrigo Pacheco afirmou que a polarização, a desinformação e a ausência de regulação das redes sociais dificultam a atuação de políticos com perfil moderado.
- Ele disse que decide se disputará o governo de Minas Gerais até o final de maio.
- O PT tem pressa para buscar alternativas e tenta contato com Pacheco por telefone até quarta-feira.
- A avaliação interna no PT é de que Pacheco não deve entrar na disputa, o que leva a cogitações sobre substitutos.
- Entre os alvos estão Alexandre Kalil (PDT) e Josue Alencar (recém-filiação ao PSB).
O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) afirmou que o cenário político atual, marcado por polarização, desinformação e ausência de regulação das redes sociais, dificulta a atuação de políticos de perfil moderado. Ele mencionou esse ambiente ao comentar suas possibilidades eleitorais em Minas Gerais.
Pacheco também revelou que ainda não decidiu se disputará o governo do estado neste pleito. A decisão deve sair até o fim de maio, segundo o parlamentar.
O tema ganha contornos na avaliação do PT, que busca alternativas para Minas caso o senador não entre na corrida. A sigla compactuou com a ideia de não depender de uma definição única de Pacheco.
Edinho Silva, presidente do PT, sinalizou a aliados que é preciso avançar com planos de substituição caso haja atraso. A legenda pretende manter contato com Pacheco por telefone até quarta-feira.
Entre os nomes em estudo no partido, está Alexandre Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte e candidato de Lula em 2022, além do empresário Josue Alencar, que recentemente se filiou ao PSB.
A executiva petista avalia que Kalil não é descartado, mas a hipótese de um novo nome também está em pauta. O PT busca manter liderança competitiva em Minas diante da possibilidade de descolamento de Pacheco da disputa.
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