- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, se negou a dizer como está a relação com o presidente Lula após a rejeição do nome de Jorge Messias ao STF. “Vocês têm cada pergunta”, disse ao SBT News na chegada à solenidade pelos 200 anos da Câmara dos Deputados.
- Alcolumbre é apontado como articulador da rejeição de Messias, ato não ocorrido desde a República Velha.
- Ele sempre preferiu que a função no STF fosse ocupada pelo ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco.
- Integrantes do Palácio do Planalto afirmam que, após o episódio, as pontes entre Alcolumbre e Lula estão rompidas.
- Alcolumbre participou da solenidade de 200 anos da Câmara dos Deputados.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, participou nesta quarta-feira da solenidade pelos 200 anos da Câmara dos Deputados. Questionado sobre a relação com o presidente Lula após a rejeição de Messias ao STF, ele não respondeu, limitando-se a afirmar que há várias perguntas a serem feitas.
A nomeação de Jorge Messias para o STF foi alvo de resistência interna, com Alcolumbre sendo apontado como articulador da rejeição. A atuação é vista como incomum desde a República Velha, já que o favorito de Alcolumbre para o cargo era o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco.
Fontes do Palácio do Planalto indicaram que, desde o episódio, as pontes entre Alcolumbre e Lula estariam enfraquecidas. O senador representa o Amapá e integra a base do Senado, influenciando o ritmo de pautas em temas relevantes para o governo.
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