- O pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro, defendeu o fim da reeleição presidencial e criticou o mandato de quatro anos como “muito pouco”, em evento em Santa Catarina.
- Ele reiterou que, se eleito, vai apoiar a PEC para eliminar a possibilidade de segundo mandato presidencial.
- Durante o discurso, mencionou a possibilidade de seu governo durar oito anos, mas afirmou que precisa esclarecer a fala sobre o tema.
- Flávio comentou a operação da Polícia Federal contra o senador Ciro Nogueira, dizendo que ele é acusado de crimes graves que estão sendo apurados.
- Em relação à segurança pública, o pré-candidato pediu mudança na Constituição para reduzir a maioridade penal e sugeriu classificar organizações criminosas como grupos terroristas.
Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência, afirmou que continuará defendendo o fim da reeleição, mas considerou que o mandato de quatro anos é “muito pouco”. Ele sinalizou que, se eleito, manterá a defesa da PEC que impede novo mandato presidencial. A declaração foi feita durante evento do PL em Santa Catarina, na sexta-feira (8).
Em outro momento do discurso, Flávio falou sobre a possibilidade de um governo com duração de oito anos, mas pediu esclarecimentos para evitar interpretações divergentes. Disse não saber como o Congresso poderá tratar o tema da reeleição ao longo do processo legislativo.
Contexto político
Durante a participação no evento, o pré-candidato comentou sobre a operação da Polícia Federal envolvendo o senador Ciro Nogueira (PI), alvo de mandado de busca e apreensão. Segundo Flávio, Nogueira é acusado de crimes graves que estão sendo apurados.
Ele afirmou conhecer “como jogar o jogo do Poder em Brasília”, citando a redução de gastos como objetivo para um eventual governo. A referência foi tomada a partir da gestão de Santa Catarina, que ele diz servir de modelo para ações federais caso seja eleito.
Flávio também manteve o tom de continuidade da agenda política de Jair Bolsonaro, afirmando que a missão do ex-presidente ainda não acabou. O filho do ex-chefe de Estado mencionou que o pai deve subir a rampa do Planalto em 2027, ao comentar sobre o cenário nacional e a atuação do PT, que, na avaliação dele, ficará na insignificância a partir do próximo ano.
Segurança pública e reformas constitucionais
O tema segurança pública ganhou espaço no discurso. Flávio defendeu a proposição de mudanças constitucionais para reduzir a maioridade penal. Anteriormente, também defendeu classificar organizações criminosas como grupos terroristas, apontando maior rigor na legislação para esse tipo de atuação.
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