- A Justiça do Rio manteve a prisão em flagrante do influenciador Luan Lennon, de 23 anos, convertida em prisão preventiva na audiência de custódia realizada no sábado (9).
- Luan foi preso na quinta-feira (7) após forjar o furto de celular no Centro do Rio; dois integrantes da equipe dele também foram detidos pela denunciação caluniosa.
- A apuração aponta que o suposto autor do furto, um homem em situação de rua e usuário de drogas, foi instigado a pegar o celular deixado dentro de um veículo por R$ 30.
- A polícia afirma que Luan Lennon e a equipe teriam se posicionado estrategicamente para capturar as imagens da ação.
- O Ministério Público pediu a homologação do flagrante e a conversão da prisão em preventiva, destacando gravidade, indícios de premeditação e risco à ordem pública e à instrução criminal; o juiz acolheu a manifestação, sinalizando possível armação com uso de pessoa vulnerável e de exposição midiática e eleitoral.
A Justiça do Rio de Janeiro manteve a prisão do influenciador Luan Lennon, de 23 anos, e converteu a prisão em preventiva após audiência de custódia realizada no sábado (9). Ele foi preso na quinta-feira (7) por forjar furto de celular no Centro do Rio.
Dois integrantes da equipe dele também foram detidos pela denunciação caluniosa. As investigações apontam que o suposto furto foi simulado por ordem da organização de Lennon, para gerar conteúdo e exposição midiática.
Segundo apurações, um homem em situação de rua teria sido instigado a pegar um celular deixado dentro de um veículo com as janelas abertas, mediante pagamento de R$ 30. A ação teria sido gravada pela equipe.
Durante a audiência, o Ministério Público pediu a homologação do flagrante e a conversão da prisão em preventiva, citando gravidade concreta, indícios de premeditação e risco à ordem pública e à instrução criminal. O juízo acolheu a manifestação do MP.
O caso envolve ainda indícios de uso de pessoa vulnerável e possível planejamento para fins eleitorais. Luan Lennon aparece nas redes como empresário e estudante de Direito, com histórico de envolvimento em confusões com chamados “flanelinhas”.
A reportagem segue acompanhando o desdobramento do caso e a definição de novas medidas judiciais, sem manifestações de opinião ou juízo de valor. Fonte das informações é a autoridade policial e o Ministério Público.
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