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Tabata Amaral à CNN: PL da Misoginia ainda recebe ataques mentirosos

Relatora do PL da Misoginia afirma que desinformação persiste, após aprovação unânime no Senado; grupo de trabalho ouvirá vítimas e especialistas

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  • O Projeto de Lei da Misoginia, que criminaliza o ódio contra as mulheres, foi aprovado de forma unânime no Senado e chegou a um grupo de trabalho na Câmara.
  • A deputada Tabata Amaral (PSB-SP) é a relatora do texto na Câmara e afirmou que há uma onda de desinformação e ataques mentirosos ao projeto.
  • Segundo a relatora, ao menos um parlamentar usou trechos de outro projeto para atacar a proposta, sem relação com o PL da Misoginia.
  • O grupo de trabalho tem a missão de esclarecer o conteúdo da proposta e ouvir diferentes opiniões, mantendo o diálogo respeitoso.
  • Nos próximos quatro semanas, o grupo fará audiências com vítimas, familiares, advogados, juristas, delegadas e peritas para aprimorar o texto recebido do Senado e buscar consenso.

O Projeto de Lei da Misoginia, que criminaliza o ódio contra as mulheres, enfrenta uma onda de desinformação. A denúncia foi feita pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP), relatora do texto na Câmara, em entrevista ao CNN 360°. A proposta já foi aprovada de forma unânime no Senado.

Tabata Amaral afirmou que parlamentares têm espalhado mentiras sobre o PL, incluindo ataques que apelam a informações falsas para justificar posições contrárias. Segundo a relatora, o conteúdo divulgado não reflete o conteúdo do projeto nem seus objetivos.

Entre os relatos de desinformação, a deputada mencionou o uso indevido de trechos de outros projetos para atacar a iniciativa. Ela destacou que o PL da Misoginia é simples, ocupando apenas uma página, e que muitos ataques não correspondem ao texto.

A Câmara instalou um grupo de trabalho para discutir a tramitação do projeto. A deputada informou que, nas próximas quatro semanas, o grupo realizará audiências com vítimas, familiares de vítimas, advogados, juristas e peritos. O objetivo é aprimorar o texto recebido do Senado e construir um consenso.

Tabata ressaltou a importância de ouvir diferentes opiniões, desde que o diálogo seja respeitoso. Ela mencionou que a missão do grupo é esclarecer ao público o que a proposta realmente propõe, buscando esclarecer dúvidas e reduzir distorções.

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