- Em fevereiro de 2026, o senador Flávio Bolsonaro chamou Lula de “produto vencido”, comparando-o a um Opala velhão durante uma transmissão sobre pesquisa eleitoral.
- Dias depois, Lula alfinetou o filho de Bolsonaro na abertura da Caravana Federativa do Rio de Janeiro, dizendo que o Opala dele era turbinado e que o Opala do adversário seria o pai dele, no desmanche.
- O Chevrolet Opala foi símbolo de status e potência no Brasil, produzido pela General Motors do Brasil entre 1968 e 1992, com cerca de um milhão de unidades.
- O modelo ficou conhecido por motor seis cilindros, versões como SS e Diplomata, uso por elites e por participar de competições de turismo, incluindo a Stock Car de 1979 a 1993.
- A presença do Opala na cultura brasileira persiste em clubes de colecionadores e encontros de carros antigos, mesmo após o fim da produção.
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência, chamou o presidente Lula de produto vencido ao comparar o petista a um Opala velhão. O comentário ocorreu no início de fevereiro de 2026, durante um evento com transmissão ao vivo sobre resultados de pesquisas. A fala relacionou o cenário político ao clássico automóvel brasileiro.
Poucas semanas depois, Lula mencionou a declaração de Flávio ao abrir a Caravana Federativa do Rio de Janeiro, em Niterói. O petista disse que o Opala dele era um modelo turbinado de 1994 e insinuou que o Opala do filho de Bolsonaro estaria ligado ao desmanche do exemplar do pai.
Opala: símbolo da indústria automobilística brasileira
O Opala teve produção pela General Motors no Brasil por quase 25 anos, iniciando com forte impacto na imprensa especializada e no imaginário popular. O veículo representou status, potência e sofisticação na década de 1970, consolidando-se como referência de mercado e luxo.
A origem do nome mistura referências internacionais: Opel Rekord, da Alemanha, e Impala, dos EUA. Lançado em 1968, o Opala ganhou versões como a SS e a Caravan e ficou conhecido pelo motor seis cilindros e pela condução robusta, marcada pela confiabilidade.
Ao longo das décadas, o modelo esteve presente em setores público e privado, além de ser protagonista em competições nacionais e na cultura popular. A produção encerrou em 1992, após quase 1 milhão de unidades, preservando o legado do veículo no Brasil.
Entre na conversa da comunidade