- Riedel aparece em liderança isolada em todos os cenários testados pela Real Time Big Data para a eleição de 2026, com 43% das intenções de voto no cenário principal.
- Fábio Trad (PT) fica em segundo, com 21%; João Henrique Catan (Novo) tem 11% e Delcídio do Amaral (PRD), 7%.
- No segundo turno, Riedel tem 54% contra Trad, que soma 31%, em um dos cenários mais competitivos.
- Contra Delcídio, Riedel alcança 56% a 25%; há outras simulações com Catan, Renato Gomes, Lucien Rezende e Jefferson Bezerra, todas com Riedel na liderança.
- A melhor performance de Riedel ocorre contra Lucien Rezende, com 63% versus 14%, e a pesquisa, realizada de 9 a 11 de maio com 1.600 eleitores, tem margem de erro de dois pontos percentuais; protocolo MS-06412/2026.
O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), lidera todos os cenários testados pela Real Time Big Data para a disputa da reeleição em 2026. A pesquisa aponta 43% das intenções de voto no cenário principal, contra 21% de Fábio Trad (PT), 11% de João Henrique Catan (Novo) e 7% de Delcídio do Amaral (PRD).
Se o pleito fosse disputado no segundo turno, Riedel mantém vantagem. Contra Trad, o governador aparece com 54% a 31% do petista. Em confronto com Delcídio, Riedel soma 56% frente a 25%.
Em outros cenários avaliados, Riedel também fica na frente de Renato Gomes (DC), Lucien Rezende (Psol) e Jefferson Bezerra (Agir). O maior diferencial ocorre na simulação contra Lucien Rezende, com 63% para o governador e 14% para o adversário.
Cenários de liderança
O levantamento aponta uma base governista relativamente estável, com apoio de setores do agronegócio, prefeitos do interior e parte da classe política local. Essa frente reduz espaço para candidaturas de oposição mais competitivas.
No espectro polarizado entre esquerda e direita, Trad fica bem colocado no primeiro turno, mas a diferença para Riedel é aparatosa. Entre os nomes da direita, Catan emerge como principal alternativa, porém ainda distante do ritmo do atual governador.
A pesquisa foi realizada entre 9 e 11 de maio com 1.600 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O estudo tem protocolo MS-06412/2026 e foi financiado pelo próprio instituto.
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