- O governador Tarcísio de Freitas anunciou a Patrulha SP Mulher Mais Segura, estrutura da Polícia Militar voltada exclusivamente à violência doméstica em São Paulo.
- A patrulha começa com vinte e cinco viaturas, com meta de chegar a cem veículos até o fim do ano.
- A primeira ação já cumpriu 98 mandados e resultou em 14 prisões.
- Serão criados quarenta Espaços Lilás em batalhões e unidades da Polícia Militar para busca ativa de mulheres que acionaram o 190, mas não denunciaram.
- O projeto envolve atuação integrada entre as secretarias e órgãos: Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Técnico-Científica, Ministério Público, Tribunal de Justiça, Defensoria Pública, Fundo Social e redes municipais de acolhimento; o aplicativo SP Mulher Segura terá novas funcionalidades, com contatos de emergência e medidas protetivas.
Aanngra aconteceu nesta terça-feira (12 de maio de 2026) a criação da Patrulha SP Mulher Mais Segura, estrutura especializada da Polícia Militar de São Paulo voltada exclusivamente ao atendimento de ocorrências de violência doméstica e familiar no estado. A iniciativa foi anunciada pelo governador Tarcísio de Freitas durante a agenda do movimento São Paulo Por Todas, voltada à ampliação da rede de proteção à mulher.
Participaram do anúncio a primeira-dama Cristiane Freitas, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, o presidente da Assembleia Legislativa, André do Prado, e o secretário-adjunto da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves. A cerimônia contou ainda com a presença de representantes de órgãos como o Ministério Público, o Tribunal de Justiça, a Defensoria Pública e autoridades da PM.
Segundo o governo, a Patrulha SP Mulher Mais Segura iniciará com 25 viaturas, com meta de chegar a 100 veículos até dezembro. Em ato relacionado, Tarcísio informou que 98 mandados já foram cumpridos na data, resultando em 14 prisões. O objetivo é coibir a violência e retirar potenciais agressores de circulação.
Estrutura da patrulha e ações previstas
A operação integrará Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Técnico-Científica, Ministério Público, Tribunal de Justiça, Defensoria Pública, além das redes municipais de acolhimento. Também serão criados 40 Espaços Lilás em batalhões e unidades da PM para busca ativa de mulheres que acionaram o 190, mas não registraram denúncia formal.
O governo informou ainda que o monitoramento de agressores será ampliado com tornozeleiras eletrônicas conectadas a sistemas de geoprocessamento. Segundo Tarcísio, 130 pessoas já foram presas por descumprimento de medidas protetivas. A plataforma SP Mulher Segura ganhará novas funcionalidades, como contatos de emergência e solicitação de medidas protetivas, já com mais de 61 mil downloads.
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