- A oposição na Câmara, liderada pelo deputado Cabo Gilberto (PL-PB), vai votar a favor da MP do governo que revoga a taxa das blusinhas.
- A MP assinada por Lula zera o imposto federal sobre importações abaixo de US$ 50, com o objetivo de aumentar a popularidade do presidente.
- A medida representa uma possível vitória de Lula no Congresso após derrotas recentes, como a recusa de Jorge Messias ao STF e a derrubada do veto à dosimetria.
- Cabo Gilberto afirmou que a oposição era contra o imposto de importação de vinte por cento sobre compras internacionais até US$ 50 e manterá essa posição.
- O líder também mencionou posição contrária ao projeto de lei que trata da escala 6×1, defendendo uma transição entre seis e dez anos, com Leo Prates (Republicanos-BA) atuando como relator.
Oposição na Câmara anunciou que vai votar a favor da medida provisória do governo que revoga a taxa das blusinhas. A MP, assinada ontem por o presidente Lula, zerou o imposto federal sobre importações abaixo de US$ 50. A votação ocorre no plenário da Câmara, em Brasília, como parte de uma estratégia para melhorar a popularidade do governo.
O líder da oposição, Cabo Gilberto, do PL da Paraíba, informou que a bancada manterá o posicionamento contra o imposto de 20% sobre compras internacionais até US$ 50, mesmo com a revogação ganhando força política para Lula. Segundo ele, a coerência do bloco é defender a extinção do tributo.
Em meio aos movimentos políticos, o líder oposicionista afirmou que a decisão não prejudicará a campanha do pré-candidato Flávio Bolsonaro, também do PL. A oposição tem reiterado que a pauta de impostos deve acompanhar outras prioridades do grupo, incluindo a PEC para a transição da escala 6×1.
Contexto político
O governo defendeu a MP como medida para ampliar apoio popular, apesar de resistência interna, especialmente da equipe econômica. A ação busca impactos positivos na disputa eleitoral deste ano, ao reduzir custos para consumidores com compras internacionais.
Ainda no debate, Cabo Gilberto reforçou a oposição a projetos do governo, incluindo a PEC que trata da escala 6×1. O relator da PEC, Leo Prates, do Republicanos, tem recebido as propostas da oposição e sinaliza avanços para uma transição entre seis e dez anos.
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