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Mário Frias apresenta versão sobre dinheiro de Vorcaro após discordar de Flávio

Frias sustenta que relação jurídica foi com a Entre; esclarecimento busca afastar contradições sobre patrocínio do Master e relação com Vorcaro

O deputado federal e produtor-executivo do filme "Dark Horse", que conta a vida de Jair Bolsonaro
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  • O deputado Mário Frias afirma não haver contradição entre as versões dele, da produtora e do senador Flávio Bolsonaro sobre o financiamento do filme Dark Horse, dizendo que o relacionamento jurídico foi firmado com a Entre, e não com o Banco Master ou Daniel Vorcaro.
  • Frias e a GO UP Entertainment negam qualquer aporte de Vorcaro ao financiamento do longa e mantêm que todo o dinheiro foi captado de forma privada, sem recursos públicos.
  • Flávio Bolsonaro confirmou uma negociação com Vorcaro, mas Frias sustenta que não houve participação societária dele ou de Eduardo Bolsonaro no filme, limitando-se aos direitos de imagem da família.
  • A Entre Investimentos e Participações é alvo de suspeitas de ligação com Vorcaro; a Polícia Federal já avaliou Vorcaro como possível “dono oculto” da Entrepay, que foi liquidada pelo Banco Central, e o Master chegou a pagar milhões à Entre.
  • As notas destacam que o filme é estruturado com capital privado, sem uso de recursos públicos, e que a GOUP Entertainment rejeita tentativas de associar o projeto a fatos não comprovados, mantendo transparência e legalidade.

Produtor-executivo do filme Dark Horse, Mário Frias afirma que não houve contradição entre as versões divulgadas pelos envolvidos sobre o financiamento do projeto. Ele diz que o relacionamento jurídico foi firmado com a Entre, empresa ligada ao financiamento, e não com Vorcaro ou o Banco Master.

A controvérsia começou após reportagem indicar pedido de US$ 24 milhões por Flávio Bolsonaro ao empresário Daniel Vorcaro, preso na mesma operação envolvendo o Master. Flávio confirmou a negociação, mas disse não haver ilegalidades.

Em nota, Frias reforçou que o acordo financeiro aconteceu com a Entre, e não com Vorcaro ou o Master. Disse ainda que Flávio e Eduardo Bolsonaro não têm participação societária no filme nem na produtora, apenas direitos de imagem.

A GO UP Entertainment, empresa brasileira responsável pela produção, também divulgou nota negando qualquer aporte financeiro do Vorcaro no projeto. Afirmou que o financiamento ocorreu de forma privada e sem recursos públicos.

Segundo as versões divulgadas, parte do dinheiro chegou ao fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas, com origem em pagamento via Entre Investimentos. O banco Master aparece como agente financeiro na operação?

A Entre Investimentos, controladora do grupo Entre, foi apontada pela reportagem como eventual instrumento de Vorcaro. O Grupo Entre não reconhece vínculo societário com Vorcaro, segundo declarações ao veículo.

O jornal informou ainda que o Master pagou cerca de R$ 2,329 milhões à Entre Investimentos, conforme declarações do Imposto de Renda do banco. A PF avalia a participação de Vorcaro na estrutura.

Financiamento e partes envolvidas

A Entre, a GO UP Entertainment e os envolvidos reiteram que o projeto Dark Horse possui capital privado e não recebeu recursos públicos. As notas destacam a proteção de confidencialidade de investidores nos EUA.

A produção afirma que direitos de imagem da família Bolsonaro foram autorizados, sem participação societária na película. Todo o dinheiro captado foi usado apenas na produção do filme, conforme as comunicações oficiais.

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