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Porchat ironiza título de persona non grata na Assembleia do RJ

Fábio Porchat ironiza a Alerj ao ser declarada persona non grata, em vídeo que reacende debate sobre liberdade de expressão e política fluminense

Fábio Porchat (na imagem) fez um apelo irônico aos deputados antes da votação em plenário: "Fica aqui meu apelo, por favor, pensa com carinho, me dá essa chance"
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  • Alerj aprovou, na Comissão de Constituição e Justiça, o projeto de lei 6342 de 2025 que declara Fábio Porchat persona non grata; o texto segue para plenário com data ainda indefinida.
  • O comediante publicou um vídeo debochando da decisão, dizendo que se sente orgulhoso com a reprovação e fazendo apelo irônico aos deputados.
  • No conteúdo, Porchat critica a prioridade dada à discussão do tema e cita falas sobre Jair Bolsonaro, ex-presidente, ligando o assunto a debates políticos.
  • O autor do projeto é o deputado Rodrigo Amorim (PL-RJ), e a proposta aponta ofensa à honra do humorista e de apoiadores conforme o texto.
  • O vídeo de Porchat dura 1 minuto e 56 segundos e está disponível nas redes sociais do humorista; a análise em plenário ainda não tem data marcada.

Fábio Porchat usou um vídeo publicado em seu perfil nas redes sociais para ironizar a votação que pode tornar o humorista persona non grata na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. A avaliação ocorreu na Comissão de Constituição e Justiça da Alerj, na semana passada, antes de seguir para o plenário.

O projeto de lei 6342/2025, apresentado pelo deputado Rodrigo Amorim, está em análise no Legislativo estadual. O texto propõe declarar Porchat persona non grata no estado do Rio de Janeiro. A próxima etapa é a apreciação em plenário, com data ainda sem definição.

Porchat comentou a situação citando críticas a políticas públicas e referências a figuras políticas do Rio. O humorista disse que a discussão envolve temas de atuação na segurança pública e na gestão de recursos para comunidades, segundo a leitura do conteúdo.

O projeto menciona falas do humorista sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo a proposta, o tom empregado pelo autor ofende a honra de pessoas ligadas ao movimento político e fere a liturgia do cargo. O documento respalda a tramitação para votação no plenário.

A decisão da comissão foi divulgada na última terça-feira, abrindo espaço para o debate no plenário da Alerj. Enquanto a tramitação avança, representantes do humorista e de apoiadores não se manifestaram formalmente sobre o mérito da proposta.

Contexto e próximos passos

O texto segue para votação em plenário, sem data definida, para este mês. Caso aprovado, o diploma passa a ser válido para o estado e pode exigir medidas administrativas conforme o regimento da casa.

O episódio reacende a discussão sobre limites da crítica no cenário político e a produção artística em ambientes legislativos. Não houve, até o momento, intervenção de órgãos externos ou de defesa do humorista.

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