- A Polícia Federal apreendeu mais de R$ 500 mil em dinheiro vivo na casa do policial civil Maxwell Moraes Fernandes, no Rio de Janeiro.
- O material é alvo da Operação Sem Refino, que apura fraudes fiscais envolvendo a empresa Refit, antiga Refinaria de Manguinhos.
- O dinheiro foi encontrado guardado em caixas de sapato, com uma frase escrita na caixa: “O que é bom a gente guarda”.
- A investigação busca esclarecer a origem dos valores e por que o montante não estava depositado em uma instituição financeira.
- A Polícia Civil informou que está colaborando com a PF e que a Corregedoria-Geral de Polícia acompanha o caso.
Nessa sexta-feira (15), a Polícia Federal apreendeu mais de R$ 500 mil em dinheiro vivo na casa do policial civil Maxwell Moraes Fernandes, no Rio de Janeiro. O material integra a operação que investiga supostas fraudes fiscais envolvendo a Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, grupo empresarial apontado como um dos maiores devedores de tributos do país.
Durante a abordagem, o dinheiro foi encontrado armazenado em caixas de sapato, com uma das caixas ostentando a inscrição O que é bom a gente guarda. A prática de manter valores em espécie em residência, por si só, não é crime, mas exige que a origem seja devidamente justificável.
Investigação em curso busca esclarecer a procedência dos valores e o motivo da não utilização de uma instituição financeira para o depósito. Maxwell Moraes Fernandes deverá apresentar explicações sobre a origem do montante e o porquê da guarda em espécie.
Cooperação entre órgãos
A Polícia Civil do Rio informou que colabora com a operação da Polícia Federal e que mantém cooperação com os órgãos de investigação e segurança pública. A Corregedoria-Geral de Polícia acompanha o caso para apurar eventuais irregularidades.
Próximos passos
A PF segue com a apuração sobre a relação do policial com as suspeitas de fraude fiscal envolvendo a Refit. O desdobramento pode incluir o cruzamento de dados financeiros e novos depoimentos.
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